Por que a nova onda de protestos estudantis assusta o governo francês
Desde os famosos protestos de 1968, os governos franceses sempre reconheceram o poder dos jovens que vão às ruas AFP via Getty Images É um conselho sábio que todos os líderes franceses fazem questão de seguir: jovens nas ruas são sinônimo de problemas. Desde os protestos estudantis de maio de 1968 — descritos de forma memorável pelo presidente Charles De Gaulle como "chienlit" (literalmente "defecação na cama", ou seja, caos) – todos os governos têm medo da juventude francesa revoltada. Por quê? Porque os movimentos juvenis são imprevisíveis e amorfos, muitas vezes sem uma estrutura clara com
Desde os famosos protestos de 1968, os governos franceses sempre reconheceram o poder dos jovens que vão às ruas — Foto: AFP via Getty Images
É um conselho sábio que todos os líderes franceses fazem questão de seguir: jovens nas ruas são sinônimo de problemas.
Desde os protestos estudantis de maio de 1968 — descritos de forma memorável pelo presidente Charles De Gaulle como "chienlit" (literalmente "defecação na cama", ou seja, caos) – todos os governos têm medo da juventude francesa revoltada.

Por quê? Porque os movimentos juvenis são imprevisíveis e amorfos, muitas vezes sem uma estrutura clara com a qual se possa negociar. Porque quando eles protestam, outros grupos se juntam a eles.
Além disso, como são jovens, o público tende a simpatizar com eles. E porque, se a polícia errar e provocar ferimentos ou algo pior, as consequências são incalculáveis. E as eleições presidenciais estão a poucos meses de distância.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/10/02/por-que-a-nova-onda-de-protestos-estudantis-assusta-o-governo-frances.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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