Política no trabalho: onde termina a conversa e começa o assédio eleitoral?
Ministério Público do Trabalho alerta para casos de assédio eleitoral Discussões sobre candidatos e eleições chegam a escritórios, fábricas e grupos corporativos de WhatsApp. Mas lei proíbe que relações de trabalho sejam usadas para interferir no voto alheio. A condenação recente de uma empresa por assédio eleitoral chama atenção para uma discussão entre trabalhadores e empregadores que ganha espaço às vésperas das eleições de 2026: até onde vai a liberdade de expressão política e a partir de que ponto uma conduta passa a configurar assédio eleitoral? 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Env
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"O chefe pode fazer a sua manifestação pessoal, porque a todos é garantido a expressão livre do pensamento e de suas preferências político-partidárias. Contudo, o limite aparece quando essa preferência passa de mera conversa e começa a se traduzir em interferência no trabalho dos funcionários ", explica Izabelle Paes Omena de Oliveira Lima, especialista em direito eleitoral.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/09/29/politica-no-trabalho-onde-termina-a-conversa-e-comeca-o-assedio-eleitoral.ghtml.
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