Polícia investiga se PM morto na Marginal Tietê foi vítima de 'gangue da pedra'
Policial vítima de latrocínio atuava no Alto Tietê A Polícia Civil investiga se o policial militar Paulo Roberto Lima Pereira, de 44 anos, morto na noite de sexta-feira (28) durante um assalto na Marginal Tietê, na Zona Norte de São Paulo, foi vítima da chamada "gangue da pedra". Relatos de testemunhas e vestígios encontrados no local indicam que o PM foi atraído para uma emboscada depois de atingir, de carro, pedras e outros obstáculos colocados na pista pelos criminosos. Segundo o boletim de ocorrência obtido pela TV Globo, Paulo teria estacionado perto do acostamento para verificar o que ti
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O trecho da Marginal Tietê onde o latrocínio (roubo seguido de morte) aconteceu é apontado como local de atuação de grupos especializados em roubos a motoristas. Investigadores encontraram pedras grandes e outros objetos usados pela quadrilha para forçar a parada de veículos no recuo à esquerda da pista. Os criminosos costumam se esconder atrás da mureta que separa a avenida da margem do rio, onde existem árvores e arbustos, enquanto ficam à espreita de possíveis vítimas.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/08/29/policia-investiga-se-pm-morto-na-marginal-tiete-foi-vitima-de-gangue-da-pedra.ghtml.
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