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    Polícia Civil mira esquema que usava falsos sites de universidades para aplicar golpes em estudantes

    A Polícia Civil do RJ iniciou nesta quarta-feira (23) a Operação Espelho, contra um golpe com sites fraudulentos e copiados de páginas da Universidade Estácio de Sá e outras instituições de ensino do grupo. Criminosos enganavam estudantes, coletavam dados sensíveis e cobravam “taxas” para “brindes”. Agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) saíram para cumprir mandados de busca e apreensão em São Paulo e no Espírito Santo, a fim de apurar estelionato e crime contra a propriedade intelectual. A investigação começou com uma notícia-crime aberta pela própria Estácio. Golp

    G1
    23 de setembro de 2026 às 10:27
    Polícia Civil mira esquema que usava falsos sites de universidades para aplicar golpes em estudantes
    Foto: G1

    A Polícia Civil do RJ iniciou nesta quarta-feira (23) a Operação Espelho , contra um golpe com sites fraudulentos e copiados de páginas da Universidade Estácio de Sá e outras instituições de ensino do grupo. Criminosos enganavam estudantes, coletavam dados sensíveis e cobravam “taxas” para “brindes”.

    Agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) saíram para cumprir mandados de busca e apreensão em São Paulo e no Espírito Santo, a fim de apurar estelionato e crime contra a propriedade intelectual.

    A investigação começou com uma notícia-crime aberta pela própria Estácio . Golpistas criaram, no ano passado, domínios semelhantes aos usados pela universidade, como “estaciofaculdade.com.br”; “estaciobrasil.com.br”; “estaclo.com.br”; “estaclo.com”; “alunoibmec.com”; e “siaidomed.com”.

    Agora no g1
    Agora no g1 — Foto: G1 · Fonte: G1

    Nessas páginas, que clonaram a identidade visual dos sites legítimos , alunos eram induzidos a acreditar que receberiam notebooks, viagens de formatura ou descontos em mensalidades em atraso, mediante o preenchimento de informações cadastrais e o pagamento de uma “taxa de administração” via PIX .

    O processamento desses valores era viabilizado por plataformas de gestão de pagamentos instantâneos, tendo como recebedoras 2 empresas. Também chamou atenção dos investigadores o número de pedidos de devolução no PIX.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/09/23/policia-civil-deflagra-a-operacao-espelho.ghtml.

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    Agora no g1 — Foto: G1

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