Polícia aponta que holding foi 'motor financeiro' para lavar dinheiro e custear mortes ligadas a Adilsinho
A Polícia Civil do Rio concluiu que a Fictor Holding funcionava como o "motor financeiro" que custeou homicídios cometidos por homens ligados a Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho. O bicheiro foi denunciado pelo Ministério Público (MPRJ) e se tornou réu na Justiça como mandante da morte de Rodrigo Marinho Crespo, em fevereiro de 2024. Um policial militar do 15º BPM (Duque de Caxias) foi preso na segunda-feira (28). Advogado Rodrigo Marinho Crespo, de 42 anos, morto a tiros no Rio. Reprodução A Fictor foi fundada em 2007 com foco no setor de tecnologia. Em 2013, realizou sua primeira o
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A Polícia Civil do Rio concluiu que a Fictor Holding funcionava como o "motor financeiro" que custeou homicídios cometidos por homens ligados a Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho.
O bicheiro foi denunciado pelo Ministério Público (MPRJ) e se tornou réu na Justiça como mandante da morte de Rodrigo Marinho Crespo , em fevereiro de 2024. Um policial militar do 15º BPM (Duque de Caxias) foi preso na segunda-feira (28).
Advogado Rodrigo Marinho Crespo, de 42 anos, morto a tiros no Rio. — Foto: Reprodução

A Fictor foi fundada em 2007 com foco no setor de tecnologia. Em 2013, realizou sua primeira operação de investimento e, a partir daí, iniciou um processo de diversificação dos negócios.
A evolução patrimonial da empresa saltou de R$ 10 mil para praticamente R$ 1 bilhão em 17 anos , de acordo com dados da Junta Comercial de São Paulo.
Hoje, o conglomerado brasileiro atua nos segmentos de alimentos, energia, infraestrutura, mercado imobiliário e financeiro . O grupo entrou com um pedido de recuperação judicial em fevereiro deste ano , após a polêmica da compra do banco Master.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/08/30/policia-holding-lavar-dinheiro-adilsinho.ghtml.

O que é o Grupo Fictor, que pediu recuperação judicial em SP — Foto: G1
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