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    PL decide não fazer questão de assumir presidência da Câmara no lugar de Hugo Motta

    Presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) | Foto: Saulo Cruz / Agência Senado Para não gerar ruídos na campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência, o PL fez chegar aos aliados que não tem nome definido para a presidência da Câmara, hoje ocupada por Hugo Motta, que terá dificuldades para se reeleger. No Republicanos de Motta, a prioridade é sua recondução, mas o partido não topa o “abraço de afogados”: prefere manter o posto a se inviabilizar para proteger o Motta. Não por acaso, Marcos Pereira (SP), presidente da sigla, passou a ser cogitado. Mas ainda não prosperou. Ciúmes Eventual su

    Gazeta de Alagoas
    8 de outubro de 2026 às 21:01
    PL decide não fazer questão de assumir presidência da Câmara no lugar de Hugo Motta
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    Para não gerar ruídos na campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência, o PL fez chegar aos aliados que não tem nome definido para a presidência da Câmara, hoje ocupada por Hugo Motta, que terá dificuldades para se reeleger. No Republicanos de Motta, a prioridade é sua recondução, mas o partido não topa o “abraço de afogados”: prefere manter o posto a se inviabilizar para proteger o Motta. Não por acaso, Marcos Pereira (SP), presidente da sigla, passou a ser cogitado. Mas ainda não prosperou.

    Eventual substituição de Motta já despertou falatório e ciumeira no Republicanos. A quem pergunta, Pereira jura que não está na disputa.

    Além de virar governista, Motta declarou voto em Lula (PT) na tentativa fracassada de eleger o pai senador na Paraíba. Desfeita não se esquece.

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    A parlamentares do Republicanos, Flávio evita bola dividida. Diz que não tem problemas com Motta e que não seria entrave em eventual acordo.

    Deputados que se elegeram à sombra de Bolsonaro defendem outro nome, Pedro Lupion (Rep-PR), deputado que é líder do agronegócio.

    A anunciada votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de seis dias de trabalho e um de descanso virou incômodo para todo mundo no Senado. De olho na própria sobrevivência política, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), acelerou a tramitação em aceno a Lula, que quer o texto aprovado para ver se leva alguns votos no segundo turno. Só que o governo não consegue apoio para votar e aprovar a proposta até o reencontro com as urnas.

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    Alcolumbre já avisou que só pode atropelar o interstício se os senadores apresentarem e aprovarem um requerimento neste sentido.

    Teresa Leitão (PT-PE) estava com a missão de viabilizar o pedido, até falou por aí que deveria protocolar ontem (8). Não conseguiu.

    A oposição também se incomoda com a medida e não quer se posicionar contra para evitar respingos na campanha de Flávio Bolsonaro (PL).

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    Pode virar tiro no pé a “estratégia” de Lula fazer o que nunca fez: gravar vídeos em celular insultando o adversário. É que, de acordo com pesquisa qualitativa citada pela jornalista Thais Heredia na CNN, os brasileiros já não aguentam mais ouvir a voz e a verborragia presidencial.

    Hugo Motta vem sendo criticado por não honrar a liturgia do cargo. Além das suspeitas envolvendo sua ligação ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ele também se encontrava com o Careca do INSS em casas de amigos.

    Com anulação da candidatura de Anthony Garotinho, no Rio de Janeiro, o TSE oficializou a ida para o lixo de R$433 mil que o político gastou em campanha. O total de recursos recebidos supera os R$2,2 milhões.

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    O anúncio da saída de Luís Roberto Barroso do Supremo Tribunal Federal completa um ano nesta sexta-feira (9). Oito dias depois o processo de antecipação da aposentadoria do ministro foi oficializado.

    Após a derrota de Lula, o otimismo tomou conta da B3, a Bolsa do Brasil, que subiu mais de 7% desde sexta (2). Pesquisas sempre favoráveis ao petista desanimavam investidores, que agora assumem atitude positiva.

    Jornalistas estranham o comportamento “acessível” do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Mal aparecia, mas mudou após perceber que pode não se reeleger. Não sai da chapelaria para falar sobre escala 6x1.

    A campanha de Lula já gastou mais de R$65,6 milhões comprando apoio de influenciadores à reeleição do petista. Agora caçam “voluntários” para fazerem o mesmo, mas de graça. A turma quer grana adiantada.

    Enrolado no escândalo do Banco Master, o senador Jaques Wagner (PT-BA) ficou fora de um cargo de destaque na campanha de Lula no segundo turno. Rui Costa, também senador baiano, é quem levou.

    ...o café já é servido frio na presidência do Senado.

    Publicado originalmente por Gazeta de Alagoas. Leia a matéria completa em https://www.gazetaweb.com/blogs/claudiohumberto/pl-decide-nao-fazer-questao-de-assumir-presidencia-da-camara-no-lugar-de-hugo-motta-941360.

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