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    PF mira grupo que movimentou mais de R$ 5 milhões com venda de ouro ilegal

    Ao todo, os policiais cumprem 22 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva

    Metrópoles
    28 de agosto de 2026 às 11:47
    PF mira grupo que movimentou mais de R$ 5 milhões com venda de ouro ilegal
    Foto: Metrópoles

    A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta sexta-feira (28/8), a Operação Arcanjo, para desarticular uma organização criminosa investigada pela aquisição e comercialização de ouro de origem ilícita . O grupo teria atuação em Poconé (MT) e São José do Rio Preto (SP).

    Ao todo, os policiais cumprem 22 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva. As ordens são cumpridas em Cuiabá, Várzea Grande, Poconé e Pontes e Lacerda, em Mato Grosso, Campo Grande (MS), e São José do Rio Preto (SP).

    A PF aponta que os suspeitos participavam da cadeia de aquisição, circulação, comercialização e ocultação dos recursos provenientes do minério.

    Divulgação/PF
    Divulgação/PF — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles

    Segundo a apuração, o grupo movimentou mais de R$ 5,2 milhões em recursos relacionados às operações investigadas. Também foi identificada a negociação de aproximadamente 17,3 quilos de ouro.

    A investigação identificou uma estrutura formada por fornecedores, operadores financeiros, intermediários, transportadores e compradores do minério.

    O esquema tinha início na região de Poconé (MT), onde o ouro era adquirido junto a garimpeiros ilegais.

    PF mira grupo que movimentou mais de R$ 5 milhões com venda de ouro ilegal
    PF mira grupo que movimentou mais de R$ 5 milhões com venda de ouro ilegal — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles

    Os pagamentos eram realizados pelo núcleo financeiro da organização, inclusive com a utilização de contas bancárias de terceiros.

    Após a aquisição, o ouro seguia para São José do Rio Preto (SP). Na cidade, o minério era recebido e mantido em estabelecimento utilizado para sua custódia e posterior comercialização.

    Na sequência, o ouro era intermediado junto aos compradores finais em São José do Rio Preto.

    A investigação também identificou mecanismos destinados à ocultação e dissimulação dos valores. Parte dos recursos era recebida e posteriormente pulverizada por meio de transferências eletrônicas e saques de elevados valores em espécie.

    Os investigados poderão responder pelos crimes de usurpação de matéria-prima pertencente à União, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

    Publicado originalmente por Metrópoles. Leia a matéria completa em https://www.metropoles.com/colunas/mirelle-pinheiro/pf-mira-grupo-que-movimentou-mais-de-r-5-milhoes-com-venda-de-ouro-ilegal.

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