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    PF apura uso de CPFs de 549 mortos em operações ligadas à Pixbet

    Site da Pixbet – Reprodução/Pixbet " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2026/08/174450506167fb08e5343b7_1744505061_3x2_xl.jpg?fit=1200%2C800&quality=70&strip=all" />Investigação aponta uso de identidades falsas em remessas ao exterior; Ministério da Fazenda suspendeu atividades da empresa The post PF apura uso de CPFs de 549 mortos em operações ligadas à Pixbet appeared first on InfoMoney .

    InfoMoney
    14 de agosto de 2026 às 19:13
    PF apura uso de CPFs de 549 mortos em operações ligadas à Pixbet
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    A Polícia Federal identificou o uso de CPFs atribuídos a 549 pessoas já falecidas em operações de câmbio ligadas a um esquema investigado no setor de apostas. As apurações fazem parte da Operação Arena e levaram o Ministério da Fazenda a suspender, nesta quinta-feira (14), as atividades da Pixbet.

    Segundo documentos citados pelo g1 , alguns dos CPFs pertenciam a pessoas mortas havia pelo menos 20 anos. A suspeita é de que os dados tenham sido utilizados para dar aparência regular a operações de câmbio sem autorização e facilitar a saída de recursos do Brasil.

    A investigação aponta ainda que, depois de um alerta encaminhado ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), nomes associados aos documentos teriam sido alterados, enquanto os números dos CPFs permaneceram os mesmos.

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    De acordo com o material da PF citado pelo portal, há indícios de participação ativa na fraude documental. Os investigadores ainda apuram como os dados das pessoas falecidas foram obtidos.

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    Segundo o g1 , os recursos provenientes de apostas realizadas no Brasil eram enviados ao exterior por empresas de compensação financeira e chegavam a uma companhia registrada em Curaçao.

    Parte desse dinheiro retornaria posteriormente ao Brasil sob a aparência de pagamentos por serviços. A suspeita é de que esses serviços não tenham sido efetivamente prestados, mecanismo que poderia ser usado para ocultar a origem dos valores.

    A PF investiga possíveis crimes de evasão de divisas, lavagem de dinheiro e outras infrações contra o sistema financeiro nacional.

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    A Operação Arena também teve entre os alvos o advogado Nelson Wilians, cuja residência em São Paulo foi alvo de busca e apreensão. Seu advogado, Santiago Schunck, afirmou que a relação do escritório com a Pixbet era estritamente profissional.

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    Publicado originalmente por InfoMoney. Leia a matéria completa em https://www.infomoney.com.br/brasil/pf-apura-uso-de-cpfs-de-549-mortos-em-operacoes-ligadas-a-pixbet/.

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