PCC cadastrava batizados e marcados para morrer em "livros branco e preto"
Investigação expõe a contabilidade de sangue do PCC. Registros em livros branco e preto definiam quem entrava para a facção e quem morreria

Dentro da engrenagem burocrática do Primeiro Comando da Capital (PCC) , a existência de um indivíduo nas ruas do Distrito Federal era reduzida às páginas de dois cadernos invisíveis ao cidadão comum, mas com peso de sentença perpétua no submundo do crime: o “livro branco e o livro preto”.
Mais do que meros registros administrativos, os manuscritos representam a linha divisória entre o pertencimento e a liquidação. No livro branco, registra-se a vida, o nascimento formal do indivíduo dentro da estrutura criminosa, validado pelo ritual do batismo .



Publicado originalmente por Metrópoles. Leia a matéria completa em https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/pcc-cadastrava-batizados-e-marcados-para-morrer-em-livros-branco-e-preto.

PCC cadastrava batizados e marcados para morrer em “livros branco e preto” — Foto: Metrópoles
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