Pátria propõe consolidar 4 FIIs de crédito em carteira de R$ 4,5 bi; veja detalhes
Fundos Imobiliários FIIs imóveis edifícios " data-image-caption=" (Shutterstock) " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2019/11/shutterstock_219923452.jpg?fit=1280%2C853&quality=70&strip=all" />Caso aprovado, o patrimônio líquido do PCIP11 passará de aproximadamente R$ 1,6 bilhão para R$ 4,5 bilhões The post Pátria propõe consolidar 4 FIIs de crédito em carteira de R$ 4,5 bi; veja detalhes appeared first on InfoMoney .

Fundos Imobiliários FIIs imóveis edifícios
O fundo imobiliário PCIP11 (Pátria Crédito Imobiliário Índice de Preços) propôs a consolidação de três carteiras de fundos de crédito imobiliário indexados ao IPCA. A operação envolve, além do próprio PCIP11 , os fundos RBRR1 (RBR Rendimentos High Grade), VCJR11 (Vectis Juros Real) e RPRI11 (RBR Premium Recebíveis Imobiliários), que teriam seus ativos incorporados à carteira do PCIP11 .
A proposta, divulgada em fato relevante de 21 de agosto, busca ampliar a escala da plataforma, aumentar a diversificação dos investimentos, elevar a liquidez das cotas e reduzir custos operacionais para os investidores.

Caso a operação seja aprovada, o patrimônio líquido do PCIP11 passará de aproximadamente R$ 1,6 bilhão para R$ 4,5 bilhões , consolidando uma carteira com 239 operações de crédito , ante 88 atualmente.
O número de cotistas também deverá aumentar em cerca de 292 mil, segundo as estimativas apresentadas pelo Pátria.
A concentração da carteira também tende a diminuir. A maior exposição individual cairia de 5,5% para 2,9% do patrimônio líquido, enquanto o chamado watchlist — operações sob acompanhamento mais próximo — passaria de 6,5% para 5,7% do PL.

Outro efeito esperado está na liquidez. O volume médio diário negociado (ADTV) do fundo poderia subir de aproximadamente R$ 3,4 milhões para R$ 8,7 milhões , quase triplicando em relação ao patamar atual.
A gestora também projeta aumento na taxa de aquisição da carteira. Atualmente, o PCIP11 apresenta uma taxa média de IPCA + 9,1% ao ano, enquanto, após a consolidação, a estimativa apresentada é de IPCA + 10,2% ao ano.
Segundo o material divulgado pelo Pátria, a mudança poderia aumentar a renda potencial distribuível do fundo, especialmente pela incorporação de operações de crédito com taxas superiores à média atual da carteira.

Para os cotistas do PCIP11 , outro ponto destacado é que o patrimônio do fundo praticamente triplicaria sem diluição para quem já possui cotas. A operação prevê a incorporação dos ativos dos demais fundos à carteira do PCIP11 .
A taxa de administração, que pode chegar a 1,60% ao ano nos fundos envolvidos, passaria para 1,00% ao ano no PCIP11 consolidado.
A consolidação ainda depende da aprovação dos cotistas dos fundos envolvidos. Para isso, serão realizadas Assembleias Gerais Extraordinárias (AGEs) para deliberar sobre a venda dos ativos de RBRR11 , VCJR11 e RPRI11 ao PCIP11 e, posteriormente, a liquidação dos fundos.

A relação de troca será definida com base no valor patrimonial das cotas no dia anterior à conclusão da operação . Os investidores dos fundos incorporados receberão cotas do PCIP11 de forma proporcional à participação que possuem.
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Publicado originalmente por InfoMoney. Leia a matéria completa em https://www.infomoney.com.br/onde-investir/patria-propoe-consolidar-4-fiis-de-credito-em-carteira-de-r-45-bi-veja-detalhes/.

Foto: InfoMoney
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