"Patria potestad": entenda regra na Argentina que pode impactar a renovação da seleção
Messi apresenta camisa especial para a despedida da seleção argentina Se Lionel Messi tivesse 13 anos hoje e decidisse deixar a Argentina para seguir a carreira no exterior, o caminho até as seleções de base poderia ser bem diferente. No ano de despedida do craque da equipe nacional, o futebol argentino vive o debate sobre uma decisão da federação de limitar a convocação de juvenis que deixam o país antes de assinar o primeiro contrato profissional. O ge explica. + Confira a lista de convocados da seleção da Argentina Seleção Sportv: Raphael Sibilla fala sobre aposentadoria de Messi da seleção
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— Essa decisão não é uma sanção disciplinar. Também não é uma sanção esportiva. É uma decisão que a AFA pode adotar livremente, porque se trata de uma prerrogativa relacionada à elegibilidade de seus jogadores para as seleções. A meu modo de ver, é uma medida absolutamente correta. O jogador que se recusa a assinar um contrato com o clube que o formou, educou e treinou para chegar ao nível em que está hoje tem todo o direito de fazê-lo. Agora, assim como a seleção pode escolhê-lo, ela também pode não escolhê-lo — explicou o advogado Marcelo Bee Sellares, especializado em direito esportivo na Argentina.
Publicado originalmente por GE Esportes. Leia a matéria completa em https://ge.globo.com/futebol/selecoes/argentina/noticia/2026/09/30/patria-potestad-entenda-regra-na-argentina-que-pode-impactar-a-renovacao-da-selecao.ghtml.
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