Passarela que caiu na Fernão Dias e matou 2: especialista explica riscos de cargas pesadas em trecho estreito
Acidente na Fernão Dias: transporte estava irregular, segundo a polícia A proximidade entre as pistas e a falta de uma área interna de separação tornam o trecho da Rodovia Fernão Dias onde uma passarela caiu e matou mãe e filho mais complexo para o transporte de cargas especiais, segundo o arquiteto e urbanista Flávio Mourão. “Por ser uma rodovia muito antiga, as duas pistas quase que se conectam, elas têm quase apenas um guard-rail, uma distância muito pequena entre uma faixa e outra. Coisa que não acontece, por exemplo, com a Carvalho Pinto e as rodovias mais modernas, que tem uma área inter
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“Por ser uma rodovia muito antiga, as duas pistas quase que se conectam, elas têm quase apenas um guard-rail, uma distância muito pequena entre uma faixa e outra. Coisa que não acontece, por exemplo, com a Carvalho Pinto e as rodovias mais modernas, que tem uma área interna”, explicou.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2026/08/20/passarela-que-caiu-na-fernao-dias-e-matou-2-especialista-explica-riscos-de-cargas-pesadas-em-trecho-estreito.ghtml.
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