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    Parceria entre Dock e Vaas acelera triagem de alertas a autoridades

    A Dock afirma ter reduzido em 96% o tempo necessário para avaliar casos de movimentações suspeitas e, quando necessário, comunicá-los às autoridades como o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e outras instâncias vinculadas ao BC ( Banco Central ). Leia mais (09/27/2026 - 13h10)

    Folha de S.Paulo
    27 de setembro de 2026 às 16:10
    Parceria entre Dock e Vaas acelera triagem de alertas a autoridades
    Mulher de cabelos longos e lisos, vestindo blazer bege e camiseta preta, está em pé com braços cruzados diante de uma escultura geométrica azul em ambiente interno iluminado por luzes azuis e roxas. — Foto: Folha de S.Paulo

    Editado por Alex Sabino (interino), espaço cobre os bastidores da economia e de negócios. Com Luana Franzão e Maria Clara Guilherme

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    Bruna Moreira, diretora de prevenção a crimes financeiros da Dock - Divulgação Dock · Divulgação Dock
    Bruna Moreira, diretora de prevenção a crimes financeiros da Dock - Divulgação Dock · Divulgação Dock — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

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    A Dock afirma ter reduzido em 96% o tempo necessário para avaliar casos de movimentações suspeitas e, quando necessário, comunicá-los às autoridades como o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e outras instâncias vinculadas ao BC ( Banco Central ).

    O processo, que levava de 3 a 4 horas, passou a ocorrer em cerca de 10 minutos, após parceria com a Vaas, plataforma de gestão de riscos, segundo a empresa.

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    Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    A Vaas aplica inteligência artificial na coleta, consolidação e estruturação das informações usadas na avaliação de risco. A Dock recebe entre 3 mil e 4 mil alertas por mês, provenientes do monitoramento de movimentações e comportamentos transacionais. Os casos selecionados exigem avaliação de dados cadastrais, comportamentais e transacionais dos clientes, incluindo dados de contrapartes quando aplicável.

    Analistas avaliam os indícios identificados, o contexto das movimentações e o comportamento transacional, e formalizam as conclusões em dossiê.

    Quando a análise identifica elementos que configuram suspeita, o dossiê fundamenta a comunicação ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão federal que recebe comunicações de operações suspeitas de instituições financeiras e de pagamento.

    A iniciativa integra o processo de Msac (Monitoramento, Seleção, Análise e Comunicação), modelo definido pelo BC (Banco Central) nas regras de prevenção à lavagem de dinheiro para instituições reguladas.

    Segundo Bruna Moreira, diretora de prevenção a crimes financeiros da Dock, antes da tecnologia , o analista buscava, baixava, extraía e organizava as informações de forma manual para montar o dossiê que embasa a análise e, quando cabível, a comunicação às autoridades.

    Com o novo processo, essa etapa passa a ocorrer de forma automatizada, e o analista concentra o trabalho na avaliação dos indícios e no contexto de cada caso.

    A Dock incorpora matriz de risco desenvolvida na plataforma da Vaas, que atua como camada de triagem dos alertas antes da avaliação de risco. A partir de dados das contas, do perfil dos clientes e do comportamento transacional, a matriz prioriza os casos com sinais de atipicidade ou outros fatores de risco.

    A avaliação dos indícios e a decisão sobre comunicação às autoridades permanecem sob responsabilidade dos analistas da Dock, enquanto a tecnologia executa a triagem e a estruturação das informações.

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    Publicado originalmente por Folha de S.Paulo. Leia a matéria completa em https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2026/09/parceria-entre-dock-e-vaas-acelera-triagem-de-alertas-a-autoridades.shtml.

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