Parado com viatura fake, estudante diz não querer “envergonhar” pai médico
Abordado na Epia pela PMDF, o estudante de medicina estava transitando com um carro sem placas e com sinalizadores conhecidos como giroflex

O estudante de medicina que foi flagrado dirigindo um carro ilegalmente equipado com rotolifht e giroflex , nessa quarta-feira (2/9), se recusou a ligar para o pai, verdadeiro dono do veículo, ao ser abordado pela Polícia Militar do Distrito Federal ( PMDF ). O rapaz disse aos policiais que não queria envergonhar o genitor, que é médico .
O caso aconteceu na Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia). O estudante de medicina dirigia um Toyota Corolla sem placas quando foi parado pelo Pelotão de Motociclistas do Batalhão de Policiamento Rodoviário (BPRv), da PMDF.
Inicialmente, ele disse aos policiais que o carro era uma viatura oficial. Depois, porém, voltou atrás e disse que o veículo pertencia ao pai.

O carro foi apreendido durante abordagem na Epia
O carro era conduzido por um estudante de medicina. O motorista de viatura fake foi autuado e liberado
Durante a fiscalização, os policiais consultaram os sistemas de trânsito a partir do número do chassi e identificaram a placa original do automóvel. A pesquisa mostrou que o Corolla estava registrado na categoria particular e não tinha qualquer vínculo com órgãos públicos ou forças de segurança.

Em seguida, os militares encontraram sinalizadores luminosos de emergência instalados nas partes frontal e traseira do automóvel. Os equipamentos, conhecidos como rotolight ou giroflex, são utilizados em veículos oficiais de forças de segurança e, naquele contexto, davam ao carro a aparência de uma viatura.
O Corolla foi apreendido e removido por guincho para o depósito do Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF). O estudante foi autuado pelas irregularidades e, posteriormente, liberado.




Publicado originalmente por Metrópoles. Leia a matéria completa em https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/parado-com-viatura-fake-estudante-diz-nao-querer-envergonhar-pai-medico.

Reprodução / PMDF — Foto: Metrópoles
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