Os "donos" da bola: quem são os bilionários por trás das SAFs no futebol brasileiro
Pesquisa: 45,1% dos torcedores são favoráveis às SAFs; maior rejeição é na torcida do Fla Rubens Menin, Pedro Lourenço e Marcos Lamacchia integram uma lista de bilionários que decidiram colocar parte de seu patrimônio no esporte. Enquanto Menin e Pedrinho já são oficialmente acionistas ou donos de Atlético-MG e Cruzeiro, respectivamente, Lamacchia está próximo de comprar a Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Vasco. Ao longo dos anos, o futebol brasileiro registrou um histórico de mecenas e empresas que injetaram dinheiro nas equipes. Foi assim com a Parmalat (Palmeiras, Juventude e Paulista
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– Como diz o Petraglia no Athletico-PR: se não fosse por ele, o clube não viveria. O maior exemplo disso é o que o Seu Wilson de Barros fez pelo Mogi Mirim. Era um clube que tinha três CTs, um prédio comprado na cidade para alojar jogadores emprestados — o cara só trazia a roupa do corpo — e um departamento médico excelente. Eu participei disso. Vendíamos quatro, cinco jogadores. Com o falecimento do Seu Wilson, o Mogi Mirim praticamente fechou as portas. Tenho certeza absoluta de que, sem mim, o São Caetano não existiria mais – disse Jorge Machado.
Publicado originalmente por GE Esportes. Leia a matéria completa em https://ge.globo.com/sp/futebol/noticia/2026/09/26/os-donos-da-bola-quem-sao-os-bilionarios-por-tras-das-safs-no-futebol-brasileiro.ghtml.
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