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    Os detalhes do estudo que traduz em números como se perde tempo de jogo no futebol brasileiro

    CBF e clubes brasileiros decidem adotar regras da Copa no Brasileirão - para aumentar o tempo de bola rolando Uma coisa são as sensações que partidas de futebol transmitem. Outra, é transformar tal percepção em números. Este é o grande mérito do estudo encomendado pela CBF à Opta, empresa especializada em dados, sobre a escassez de bola rolando no Campeonato Brasileiro. E não é preciso mergulhar fundo nas estatísticas para ter um diagnóstico: temos um problema evidente de arbitragens, mas fundamentalmente sofremos com a conduta de atletas e comissões técnicas. + Clubes das Séries A e B aprovam

    GE Esportes
    14 de agosto de 2026 às 20:47
    Os detalhes do estudo que traduz em números como se perde tempo de jogo no futebol brasileiro
    Foto: GE Esportes

    Ou seja, aqui se acresce muito tempo aos jogos, mas não se resolve o problema central. Os nossos escassos 52 minutos são diluídos num tempo maior de partida. Nenhuma outra grande liga da Europa supera os 12 minutos e 41 segundos de acréscimo médio às partidas do Brasileirão. São sete minutos e 44 segundos na Itália, e pouco mais de nove minutos nos torneios de França, Espanha e Alemanha. A Premier League tem 10 minutos e meio de acréscimo por jogo. Na última temporada, o tempo de jogo efetivo inglês caiu para 55 minutos e 23 segundos. O número era de 58 minutos há três temporadas, o que já provocou grande mobilização no país.

    Publicado originalmente por GE Esportes. Leia a matéria completa em https://ge.globo.com/blogs/blog-do-mansur/post/2026/08/14/os-detalhes-do-estudo-que-traduz-em-numeros-como-se-perde-tempo-de-jogo-no-futebol-brasileiro.ghtml.

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