Os detalhes do estudo que traduz em números como se perde tempo de jogo no futebol brasileiro
CBF e clubes brasileiros decidem adotar regras da Copa no Brasileirão - para aumentar o tempo de bola rolando Uma coisa são as sensações que partidas de futebol transmitem. Outra, é transformar tal percepção em números. Este é o grande mérito do estudo encomendado pela CBF à Opta, empresa especializada em dados, sobre a escassez de bola rolando no Campeonato Brasileiro. E não é preciso mergulhar fundo nas estatísticas para ter um diagnóstico: temos um problema evidente de arbitragens, mas fundamentalmente sofremos com a conduta de atletas e comissões técnicas. + Clubes das Séries A e B aprovam
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2026/c/0/hlHBKuTZAcjxP6uyhZIg/agif26080817271320.jpg)
Ou seja, aqui se acresce muito tempo aos jogos, mas não se resolve o problema central. Os nossos escassos 52 minutos são diluídos num tempo maior de partida. Nenhuma outra grande liga da Europa supera os 12 minutos e 41 segundos de acréscimo médio às partidas do Brasileirão. São sete minutos e 44 segundos na Itália, e pouco mais de nove minutos nos torneios de França, Espanha e Alemanha. A Premier League tem 10 minutos e meio de acréscimo por jogo. Na última temporada, o tempo de jogo efetivo inglês caiu para 55 minutos e 23 segundos. O número era de 58 minutos há três temporadas, o que já provocou grande mobilização no país.
Publicado originalmente por GE Esportes. Leia a matéria completa em https://ge.globo.com/blogs/blog-do-mansur/post/2026/08/14/os-detalhes-do-estudo-que-traduz-em-numeros-como-se-perde-tempo-de-jogo-no-futebol-brasileiro.ghtml.
Compartilhe
Espalhe essa notícia

