Os cientistas que salvam filhotes de araras de seus pais assassinos
The Macaw Society/BBC Parker ainda não havia aberto os olhos, quando uma mão o retirou do ninho. Era uma manhã de domingo em novembro de 2018, na Reserva Nacional Tambopata, nas profundezas da Amazônia peruana. O filhote, ainda sem penas, era frágil e estava abaixo do peso. Tinha um pouco mais que o tamanho de um dedo médio. Ele era o mais jovem da ninhada de quatro filhotes de araracanga (Ara macao, também conhecida como arara-vermelha-pequena). Por isso, com quase certeza, ele estava condenado a morrer de fome. Na base da árvore, estava a cientista peruana Gabriela Vigo-Trauco, responsável p
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Parker ainda não havia aberto os olhos, quando uma mão o retirou do ninho.
Era uma manhã de domingo em novembro de 2018, na Reserva Nacional Tambopata, nas profundezas da Amazônia peruana.
O filhote, ainda sem penas, era frágil e estava abaixo do peso. Tinha um pouco mais que o tamanho de um dedo médio.

Ele era o mais jovem da ninhada de quatro filhotes de araracanga ( Ara macao , também conhecida como arara-vermelha-pequena). Por isso, com quase certeza, ele estava condenado a morrer de fome.
Na base da árvore, estava a cientista peruana Gabriela Vigo-Trauco, responsável por planejar o sequestro.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2026/09/21/os-cientistas-que-salvam-filhotes-de-araras-de-seus-pais-assassinos.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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