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    Obama, Mandela, Malala e Madre Teresa: veja lista completa dos vencedores do Nobel da Paz desde 1901

    Prêmio foi criado em nome do sueco Alfred Nobel, criador da dinamite; vencedor de 2026 será anunciado nesta sexta

    UOL
    8 de outubro de 2026 às 19:00
    Obama, Mandela, Malala e Madre Teresa: veja lista completa dos vencedores do Nobel da Paz desde 1901
    Medalha de bronze com relevo do perfil esquerdo de um homem usando óculos. Acima da cabeça, um labirinto geométrico aberto. Inscrição circular ao redor do perfil com números romanos e letras. — Foto: UOL

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    O vencedor do Prêmio Nobel da Paz 2026 será anunciado nesta sexta-feira (9) na Noruega .

    A escultura "Peça Nobel", representando a medalha do Prêmio Nobel da Paz, em Bruxelas - Emile Windal - 1.abr.26/AFP · Emile Windal - 1.abr.26/AFP
    A escultura "Peça Nobel", representando a medalha do Prêmio Nobel da Paz, em Bruxelas - Emile Windal - 1.abr.26/AFP · Emile Windal - 1.abr.26/AFP — Foto: UOL · Fonte: UOL

    De ativistas à presidentes, o Instituto Nobel premia aqueles que mais fizeram pelo benefício da humanidade no ano anterior ao anúncio do prêmio. Os vencedores recebem uma medalha de ouro de 18 quilates e uma quantia de cerca de 12 milhões de coroas suecas (R$ 6 milhões).

    Nesse ano, 287 pessoas e organizações foram indicadas a receber o prêmio.

    Entregue apenas a pessoas vivas, a honraria nasceu em nome do químico e inventor Alfred Nobel (1833–1896). Em vida, o sueco ficou famoso por inventar a dinamite.

    Saiba quem é María Corina Machado
    Saiba quem é María Corina Machado — Foto: UOL · Fonte: UOL

    Curiosamente, no testamento que escreveu pouco antes de morrer por uma hemorragia cerebral aos 63 anos, Nobel pediu que 94% de sua fortuna fosse destinada à criação de um fundo que premiasse iniciativas que ajudem a humanidade. Esse pedido foi cumprido e segue vivo desde 1901.

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    Até o meio do século 20, somente "políticos ativos que procuravam promover a paz internacional, a estabilidade e a justiça por meio da diplomacia e de acordos internacionais" poderiam vencer a categoria paz da premiação. Após a Segunda Guerra Mundial , as regras foram se tornando mais flexíveis, passando a reconhecer organizações e pessoas que lutam por democracia, direitos humanos e no combate a mudanças climáticas.

    Sobreviventes da bomba de Hiroshima
    Sobreviventes da bomba de Hiroshima — Foto: UOL · Fonte: UOL

    Segundo a justificativa oficial para o prêmio

    2025: A última vencedora foi María Corina Machado , líder opositora ao regime chavista na Venezuela , por seu trabalho em busca da liberdade e eleições no país.

    2024: A organização japonesa Nihon Hidankyo , que atua pela abolição das armas nucleares e reúne sobreviventes das bombas de Hiroshima e de Nagasaki

    Quem é Abiy Ahmed
    Quem é Abiy Ahmed — Foto: UOL · Fonte: UOL

    2023: A ativista iraniana Narges Mohammadi , pela luta contra a opressão das mulheres e por promover os direitos humanos e a liberdade para todos

    2022: O ativista da Belarus Ales Bialiatski, o´Memorial, grupo de direitos humanos da Rússia, e o Centro para Liberdades Civis da Ucrânia , por demonstrarem a importância da sociedade civil para a paz e a democracia

    2021 : Os jornalistas Maria Ressa (filipina) e Dmitri Muratov (russo) , pela defesa que fazem da liberdade de expressão, pré-requisito para a democracia e a paz duradoura

    Assinatura do acordo de paz com as Farc
    Assinatura do acordo de paz com as Farc — Foto: UOL · Fonte: UOL

    2020: Programa Mundial de Alimentos (PMA) , por atuar como uma força motriz nos esforços para prevenir o uso da fome como arma de guerra e conflito

    2019: O primeiro-ministro da Etiópia , Abiy Ahmed , que assinou acordo de paz que pôs fim a duas décadas de hostilidades com a Eritreia

    2018: O congolês Denis Mukwege e a iraquiana Nadia Murad , que denunciaram o uso da violência sexual como arma de guerra

    O funeral do ex-presidente dos EUA Jimmy Carter, na Catedral de Washington
    O funeral do ex-presidente dos EUA Jimmy Carter, na Catedral de Washington — Foto: UOL · Fonte: UOL

    2017: Campanha Internacional para Abolir Armas Nucleares (Ican) , por chamar a atenção para o risco desses artefatos

    2016: Juan Manuel Santos , então presidente da Colômbia , pelo acordo de paz assinado com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia)

    2015: Quarteto para o Diálogo Nacional da Tunísia , pela contribuição decisiva na construção de uma sociedade plural no país

    Homenagens à morte de Yasser Arafat
    Homenagens à morte de Yasser Arafat — Foto: UOL · Fonte: UOL

    2014 : A paquistanesa Malala Yousafzai e o indiano Kailash Satyarthi , premiados pela defesa dos direitos das crianças e à educação

    2013: Organização para a Proibição de Armas Químicas , sediada na Holanda , por sua defesa da proibição de armas químicas

    2012: A União Europeia , por mais de seis décadas promovendo os direitos humanos e a paz na Europa

    A Guerra do Vietnã em imagens
    A Guerra do Vietnã em imagens — Foto: UOL · Fonte: UOL

    2011: As liberianas Ellen Johnson Sirleaf e Leymah Gbowee e a iemenita Tawakkol Karman , pela luta não violenta por segurança das mulheres e por seu direito de participação plena em processos de paz

    2010: Liu Xiaobo , ativista chinês, premiado por sua luta longa e não violenta pelos direitos humanos em seu país

    2009: Barack Obama , então presidente dos EUA, reconhecido por reforçar a diplomacia internacional e a cooperação entre as pessoas

    Martin Luther King Jr.
    Martin Luther King Jr. — Foto: UOL · Fonte: UOL

    2008: Martti Ahtisaari , diplomata e ex-presidente da Finlândia , por seu trabalho na resolução de conflitos em vários continentes

    2007: Al Gore , ex-vice-presidente dos EUA, e o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), pelo trabalho para disseminar informações sobre os problemas ambientais

    2006: O bengali Muhammad Yunus e o Grameen Bank, pelo trabalho para aumentar o desenvolvimento econômico para pessoas pobres na Índia e em Bangladesh

    Presidentes dos Estados Unidos desde a promulgação da Constituição, em 1789
    Presidentes dos Estados Unidos desde a promulgação da Constituição, em 1789 — Foto: UOL · Fonte: UOL

    2005: Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e o egípcio Mohamed El Baradei, por seus esforços para evitar que a energia nuclear seja usada para fins militares e para garantir que a energia nuclear para fins pacíficos seja usada da maneira mais segura possível

    2004 : Wangari Maathai , ativista do Quênia , pela contribuição ao desenvolvimento sustentável, à democracia e à paz

    2003 : Shrin Ebadi , primeira juíza do Irã , por sua defesa dos direitos de mulheres e crianças

    Imagem da matéria
    Foto: UOL · Fonte: UOL

    2002: O ex-presidente dos EUA, Jimmy Carter , por suas décadas de esforços para encontrar soluções pacíficas para conflitos internacionais

    2001: A ONU e seu então secretário-geral, o ganês Kofi Annan , pela busca de um mundo mais pacífico

    2000: Kim Dae-Jung , presidente da Coreia do Sul , por seu esforço para buscar a paz com a Coreia do Norte

    An Italian passport with a smartphone over a tourist magazine of South America, on a light background.
Foto:  Mario / adobe stock
    An Italian passport with a smartphone over a tourist magazine of South America, on a light background. Foto: Mario / adobe stock — Foto: UOL · Fonte: UOL

    1999: Médicos sem Fronteiras , pelo trabalho humanitário pioneiro

    1998: Os norte-irlandeses John Hume e David Trimble , pelo esforço para conseguir a paz entre as Irlandas

    1997: A ativista americana Jody Williams e a ICBL (Campanha Internacional para Banir Minas Terrrestres), por seu trabalho contra esse tipo de armadilha

    1996: O bispo Carlos Ximenes e o político José Ramos-Horta , por seus trabalhos para o acordo de paz no Timor Leste

    1995: Joseph Rotblat , físico britânico, por seu esforço para eliminar as armas nucleares no mundo

    1994: Yasser Arafat , então líder palestino, Shimon Peres , então ministro das Relações Exteriores de Israel , e o então premiê israelense Yitzhak Rabin , pelos esforços em busca da paz no Oriente Médio

    1993: Nelson Mandela e Frederik Willem de Klerk , pelo trabalho para o fim do Apartheid na África do Sul

    1992: A guatemalteca Rigoberta Menchú Tum , por sua luta pela justiça social e a reconciliação etno-cultural a partir do respeito aos direitos dos povos indígenas

    1991: A política birmanesa Aung San Suu Kyi , por sua luta não violenta pela democracia e pelos direitos humanos

    1990: O político russo Mikhail Gorbachov , pelo papel de liderança que desempenhou nas mudanças radicais nas relações Leste-Oeste

    1989: O 14º dalai-lama, o tibetano Tenzin Gyatso , por defender soluções pacíficas baseadas na tolerância e no respeito mútuo, a fim de preservar o patrimônio histórico e cultural de seu povo

    1988: As Forças de Manutenção da Paz das Nações Unidas , por prevenir confrontos armados e criar condições para negociações

    1987: O presidente da Costa Rica , Oscar Arias Sánchez, por seu trabalho pela paz duradoura na América Central

    1986: O autor da Romênia , Elie Wiesel, sobrevivente do Holocausto, por ser um mensageiro para a humanidade em prol da paz, da expiação e da dignidade

    1985: Médicos Internacionais para a Prevenção da Guerra Nuclear, por divulgar informações confiáveis e por criar consciência das consequências catastróficas da guerra nuclear

    1984: O bispo anglicano Desmond Mpilo Tutu, por seu papel como líder unificador na campanha não violenta para resolver o problema do apartheid na África do Sul

    1983 : O político Lech Walesa, pela luta não violenta, pelos sindicatos livres e pelos direitos humanos na Polônia

    1982: A parlamentar sueca, Alva Myrdal, e o diplomata do México , Alfonso García Robles, pelo trabalho em prol do desarmamento e das zonas nucleares e livres de armas

    1981 : O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), pela promoção dos direitos fundamentais dos refugiados

    1980: O ativista da Argentina , Adolfo Pérez Esquivel, por ser fonte de inspiração para as pessoas reprimidas, especialmente na América Latina

    1979: A religiosa da Macedônia , Madre Teresa, por seu trabalho para ajudar a humanidade sofredora

    1978: Os políticos Mohamed Anwar al-Sadat, presidente do Egito , e Menachem Begin, premiê de Israel, por terem negociado a paz conjuntamente entre os dois países

    1977: Anistia Internacional, devido a sua luta pelos direitos humanos

    1976: As ativistas Betty Williams e Mairead Corrigan, pelos esforços em fundar um movimento para pôr fim ao violento conflito na Irlanda do Norte

    1975: O físico Andrei Dmitrievich Sakharov, por sua luta pelos direitos humanos na União Soviética, pelo desarmamento e pela cooperação entre as nações

    1974: O francês Seán MacBride, cofundador da Anisita Internacional, por seus esforços para garantir e desenvolver os direitos humanos em todo o mundo; e o premiê japonês Eisaku Sato, por sua contribuição para estabilizar as condições na área do Pacífico e pela assinatura do Tratado de Não-Proliferação Nuclear

    1973 : O secretário de Estado americano Henry A. Kissinger e o vietnamita Le Duc Tho, por terem negociado em conjunto um cessar-fogo no Vietnã ; o segundo declinou do prêmio

    1971: O primeiro-ministro alemão Willy Brandt, por abrir o caminho para um diálogo significativo entre o Oriente e o Ocidente

    1970: O engenheiro agrônomo americano Norman E. Borlaug, por ter contribuído para a "revolução verde"

    1969: Organização Internacional do Trabalho, pela criação de legislação internacional que assegure certas normas para as condições de trabalho em todos os países

    1968: O jurista francês René Cassin, por sua luta para garantir os direitos do homem conforme estipulado na Declaração da ONU

    1965: Fundo das Nações Unidas para a Infância ( Unicef ), pelos seus esforços para aumentar a solidariedade entre as nações

    1964 : O pastor e ativista americano Martin Luther King Jr., por sua luta não violenta pelos direitos civis da população afro-americana

    1963: Comitê Internacional da Cruz Vermelha e Liga das Sociedades da Cruz Vermelha, por promoverem os princípios da Convenção de Genebra e a cooperação com a ONU

    1962: O cientista americano Linus Carl Pauling, por sua luta contra a corrida armamentista nuclear entre o Oriente e o Ocidente

    1961: O sueco Dag Hammarskjöld, secretário-geral da ONU, por fazer das Nações Unidas uma organização internacional eficaz e construtiva

    1960: O ativista e político de Zimbábue, Albert John Lutuli, por sua luta não violenta contra o apartheid na África do Sul

    1959: O diplomata britânico Philip J. Noel-Baker, por sua contribuição para o desarmamento e paz

    1958: O religioso da Bélgica , Georges Pire, por seus esforços para ajudar os refugiados a retornar a uma vida de liberdade e dignidade

    1957: O primeiro-ministro do Canadá , Lester Bowles Pearson, por sua contribuição crucial para o desdobramento de uma Força de Emergência das Nações Unidas após a Crise de Suez

    1954: Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), por fornecer ajuda e proteção aos refugiados em todo o mundo

    1953: O secretário da Defesa dos EUA, George Catlett Marshall, por propor e supervisionar o plano de recuperação econômica da Europa

    1952: O filósofo de origem alemã Albert Schweitzer, por seu altruísmo, reverência pela vida e trabalho humanitário

    1951: O líder sindicalista e diplomata francês Léon Jouhaux, por ter dedicado sua vida à luta contra a guerra por meio da promoção da justiça social

    1950 : O diplomata americano Ralph Bunche, por seu trabalho como mediador na Palestina em 1948-1949

    1949: O biólogo e político escocês Lord John Boyd Orr de Brechin por seu esforço ao longo da vida para vencer a fome

    1947: Comitê de Serviço de Amigos (Quaker), por seu trabalho pioneiro no movimento internacional pela paz

    1946: A socióloga e pacifista americana Emily Greene Balch, por seu trabalho pela paz, e o religioso americano John Raleigh Mott, por contribuir para uma fraternidade religiosa promotora da paz

    1945: O secretário de Estado americano Cordell Hull, por seu papel fundamental no estabelecimento das Nações Unidas

    1944: Cruz Vermelha, pelo trabalho que realizou durante a guerra em nome da humanidade

    1938: Escritório Internacional de Nansen para Refugiados, pelo trabalho em benefício dos refugiados de toda a Europa

    1937: O político de diplomata britânico Robert Cecil, por seu apoio à Liga das Nações

    1936: O chanceler argentino Carlos Saavedra Lamas, por seu papel como pai do Pacto Antiguerra argentino de 1933, que também foi usado como meio de mediar a paz entre o Paraguai e a Bolívia em 1935

    1935: O escritor e jornalista alemão Carl von Ossietzky, por seu amor pela liberdade de pensamento e expressão

    1934: O político e diplomata britânico Arthur Henderson, por seus esforços como Presidente da Conferência de Desarmamento da Liga das Nações

    1933: O escritor britânico Ralph Lane, por fazer um apelo convincente pela paz e cooperação internacional

    1931: A ativista Jane Addams e o pedagogo e político Nicholas Murray Butler, ambos americanos, por seus esforços para reviver o ideal de paz

    1930: O bispo sueco Nathan Söderblom, por promover a unidade cristã

    1929: O secretário de Estado americano Frank Billings Kellogg, por seu papel na concretização do Pacto Briand-Kellogg

    1927: Os acadêmicos e políticos Ferdinand Buisson (francês) e Ludwig Quidde (alemão), pela contribuição para o surgimento em seus países de uma opinião pública que favorece a cooperação internacional pacífica

    1926: Os chanceleres Aristide Briand (francês) e Gustav Stresemann (alemão), pelos papéis na concretização do Tratado de Locarno

    1925: O político britânico sir Austen Chamberlain, por seu papel em concretizar o Tratado de Locarno, e o vice-presidente dos EUA Charles Gates Dawes, pela direção do Plano Dawes

    1922: O cientista e político norueguês Fridtjof Nansen, pelo papel de líder na repatriação de prisioneiros de guerra

    1921: Os políticos Karl Hjalmar Branting (sueco) e Christian Lous Lange (norueguês), por suas contribuições para o "internacionalismo organizado"

    1920: O primeiro-ministro francês Léon Victor Auguste Bourgeois, por seu papel no estabelecimento da Liga das Nações

    1919: O presidente dos EUA Thomas Woodrow Wilson, por seu papel como fundador da Liga das Nações

    1917: Cruz Vermelha, por cuidar dos soldados feridos, além de prisioneiros de guerra e suas famílias

    1913: O jurista belga Henri La Fontaine, por sua contribuição pelo internacionalismo pacífico

    1912: O secretário de Estado americano Elihu Root, por trazer um melhor entendimento entre os países da América do Norte e do Sul

    1911: O jurista holandês Tobias Michael Carel Asser, pelo pioneirismo nas relações jurídicas internacionais, e o escritor austríaco Alfred Hermann Fried, por combater a anarquia nas relações internacionais

    1910: Bureau Permanente da Paz Internacional, por atuar como um elo entre as sociedades de paz dos vários países

    1909: O primeiro-ministro belga Auguste Beernaert e o político e diplomata francês Paul de Constant, por suas posições no movimento internacional pela paz

    1908: Os políticos Klas Pontus Arnoldson (sueco) e Fredrik Bajer (dinamarquês), por serem líderes na luta pela paz

    1907: O jornalista italiano Ernesto Teodoro Moneta, por seu trabalho para um entendimento entre a França e a Itália , e o acadêmico francês Louis Renault pela sua influência na condução das Conferências de Haia e Genebra

    1906: O presidente dos EUA Theodore Roosevelt, por seu papel em pôr fim à sangrenta guerra travada entre o Japão e a Rússia

    1905: A escritora tcheca Bertha von Suttner, por sua coragem em se opor aos horrores da guerra

    1904: Instituto de Direito Internacional, por tornar as leis de guerra mais humanas

    1903: O político britânico William Randal Cremer, pelo esforço em favor das ideias de paz

    1902: O jornalista e diplomata Élie Ducommun, pela direção do Bureau da Paz, e o advogado Charles Albert Gobat, também suíço, pela administração da União Interparlamentar

    1901: O filantropo suíço Jean Henry Dunant, por seus esforços humanitários para ajudar soldados feridos ao cofundar a Cruz Vermelha, e o político francês Frédéric Passy, pela defesa da diplomacia

    * Não houve premiação em 19 ocasiões: 1972, 1967, 1966, 1956, 1955, 1948, 1943, 1942, 1941, 1940, 1939, 1932, 1928, 1924, 1923, 1918, 1916, 1915, 1914

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    Publicado originalmente por UOL. Leia a matéria completa em https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2026/10/obama-mandela-malala-e-madre-teresa-veja-lista-completa-dos-vencedores-do-nobel-da-paz-desde-1901.shtml.

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    A escultura "Peça Nobel", representando a medalha do Prêmio Nobel da Paz, em Bruxelas - Emile Windal - 1.abr.26/AFP · Emile Windal - 1.abr.26/AFP — Foto: UOL

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