O que se sabe sobre a operação que investiga grupo ligado ao PCC suspeito de lavar R$ 1 bilhão
Operação mira esquema do PCC de R$ 1 bilhão em Praia Grande A Polícia Civil deflagrou na última quinta-feira (3) a Operação Helmintos para desarticular um grupo ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) suspeito de lavar dinheiro do tráfico de drogas e exercer influência sobre atividades econômicas e políticas em Praia Grande, no litoral de São Paulo. As ações ocorreram em imóveis, empresas e um setor da administração municipal de Praia Grande, além de endereços em Guarujá, Santo André e Santana de Parnaíba. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. O grupo era formado
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Anderson Roberto Braghine (Fio): chefe da organização criminosa, responsável por comandar a captação de valores do tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro por meio de empresas e imóveis; Alexander Miguel da Silva (Gordão): um dos principais membros da organização, responsável por captar valores da venda de drogas em larga escala junto a integrantes do PCC, por meio de uma empresa "fantasma" e de imóveis por procuração; Leonildo Marinho de Andrade (Nenê): principal operador financeiro, responsável por introduzir dinheiro em espécie no sistema financeiro ("capitalização") e redistribuir às chefias; Ronaldo Yuzo Sekiya (Japonês): "homem de confiança" da organização, atuando como operador financeiro ligado diretamente a Alexander.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2026/09/04/o-que-se-sabe-sobre-a-operacao-que-investiga-grupo-ligado-ao-pcc-suspeito-de-lavar-r-1-bilhao.ghtml.
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