O plano que usou drones e helicópteros atrás de Ratanabá em Terra Indígena
Ratanabá: Não existe cidade perdida na Amazônia mato-grossense, dizem especialistas A busca pela suposta cidade perdida de “Ratanabá” levou integrantes da Idakila Pesquisas a realizar, segundo documentos citados pela Justiça Federal, uma série de incursões em uma terra indígena em Mato Grosso ao longo de quatro anos. As atividades incluíram sobrevoos, expedições terrestres e aquáticas, uso de drones, câmeras e equipamentos de mapeamento do terreno. 🔎Ratanabá é uma suposta “cidade perdida” na Amazônia que ganhou força nas redes sociais, mas não há evidências científicas de que ela tenha existi
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A Associação Civil Idakila reafirma seu integral respeito à liberdade de imprensa, garantia constitucional que, nos termos do art. 220, caput e §§ 1º e 2º, da Constituição Federal, não comporta restrição prévia. Nesse mesmo sentido decidiu o Supremo Tribunal Federal no julgamento da ADPF 130, ao afastar toda modalidade de censura, inclusive a eventualmente procedente do próprio Poder Judiciário, assegurando à imprensa liberdade plena de informar. Também nessa direção, ao fixar a tese do Tema 995 da repercussão geral, no julgamento do RE 1.075.412, o Supremo Tribunal Federal consagrou o binômio liberdade com responsabilidade, vedando qualquer espécie de censura prévia e admitindo, apenas posteriormente, a análise e a eventual responsabilização por abusos. A presente manifestação não representa, portanto, qualquer oposição ou questionamento ao direito da TV Morena de noticiar e informar sobre o tema.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2026/08/22/o-plano-que-usou-drones-e-helicopteros-atras-de-ratanaba-em-terra-indigena-cidade-perdida.ghtml.
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