O Inter é um lêmingue
Em 1996, Nelsinho Baptista, pai de Eduardo, deixou o Inter para treinar o Corinthians Sou fascinado por lêmingues. Presumo que o leitor tenha faculdades mentais um pouco mais preservadas do que as minhas, então explico: são pequenos roedores, menores do que um esquilo, que ganharam fama de serem os únicos integrantes do reino animal munidos de impulsos suicidas – eles iriam até a beira de penhascos, pensariam nos dilemas da existência (os boletos para pagar, o aquecimento global, a eleição que se avizinha, o Félix Torres) e aí, zum, decidiriam se jogar no vazio. Na real, não é bem assim. Esse
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Sou fascinado por lêmingues. Presumo que o leitor tenha faculdades mentais um pouco mais preservadas do que as minhas, então explico: são pequenos roedores, menores do que um esquilo, que ganharam fama de serem os únicos integrantes do reino animal munidos de impulsos suicidas – eles iriam até a beira de penhascos, pensariam nos dilemas da existência (os boletos para pagar, o aquecimento global, a eleição que se avizinha, o Félix Torres) e aí, zum, decidiriam se jogar no vazio.
Publicado originalmente por GE Esportes. Leia a matéria completa em https://ge.globo.com/blogs/blog-do-alliatti/post/2026/09/23/o-inter-e-um-lemingue.ghtml.
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