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    No Hall da Fama, Federer revisita a própria história e projeta futuro do tênis

    Roger Federer passou mais de duas décadas tentando vencer partidas, torneios e os maiores adversários de sua geração. Neste sábado, em Newport, nos Estados Unidos, o suíço vai viver um momento diferente: pela primeira vez, não há troféu em disputa. O prêmio é entrar na galeria de lendas no tênis. - Sou uma pessoa emotiva, então acho que o Hall da Fama me permite olhar para trás e apreciar de verdade tudo o que conquistei e o que representarei. Acho que o mais importante é um agradecimento enorme a todos que me ajudaram a chegar até aqui - disse Federer. Aos 45 anos, Federer será oficialmente i

    GE Esportes
    29 de agosto de 2026 às 12:20
    No Hall da Fama, Federer revisita a própria história e projeta futuro do tênis
    Foto: GE Esportes

    Roger Federer passou mais de duas décadas tentando vencer partidas, torneios e os maiores adversários de sua geração. Neste sábado, em Newport, nos Estados Unidos, o suíço vai viver um momento diferente: pela primeira vez, não há troféu em disputa. O prêmio é entrar na galeria de lendas no tênis.

    - Sou uma pessoa emotiva, então acho que o Hall da Fama me permite olhar para trás e apreciar de verdade tudo o que conquistei e o que representarei. Acho que o mais importante é um agradecimento enorme a todos que me ajudaram a chegar até aqui - disse Federer.

    Aos 45 anos, Federer será oficialmente incluído no Hall da Fama Internacional do Tênis na noite deste sábado. A homenagem reconhece uma carreira que produziu números extraordinários, mas que também deixou marcas que não cabem em uma estatística.

    Federer encerrou a carreira profissional em 2022, com 20 títulos de Grand Slam e 103 troféus de simples no circuito, além de ter permanecido por 310 semanas como número 1 do mundo. Foram 237 semanas consecutivas no topo, um recorde que simboliza o domínio exercido pelo suíço durante boa parte dos anos 2000.

    - Espero ter representado bem o esporte. Mas, acima de tudo, espero ter ajudado a conduzi-lo na direção certa por meio de todas as conversas que tivemos com os líderes da modalidade — seja do lado da ATP, com os torneios de Grand Slam, os jogadores ou os conselhos aos quais dediquei meu tempo - afirmou o suíço.

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    Roger Federer voltou à Arthur Ashe Stadium. Não para disputar o US Open, como fez durante quase duas décadas, mas para reviver uma parte importante de sua história. Aos 45 anos, o suíço foi ovacionado pelo público de Nova York durante um evento de exibição que marcou seu retorno ao palco onde conquistou cinco títulos consecutivos.

    - É de dar nervoso, para ser sincero. Não jogo um único set há, não sei, talvez cinco anos - disse Federer antes de entrar em quadra.

    Roger Federer em ação em jogo festivo no US Open — Foto: REUTERS/Eduardo Munoz

    A última participação oficial de Federer no US Open havia sido em 2019. Desta vez, ele dividiu a quadra com alguns dos grandes nomes de sua geração e de gerações anteriores, em uma noite marcada por homenagens, reencontros e lembranças

    Federer enfrentou Andy Roddick no simples e depois formou dupla com John McEnroe contra Roddick e Andre Agassi. O resultado ficou em segundo plano. O momento era de celebração.

    Publicado originalmente por GE Esportes. Leia a matéria completa em https://ge.globo.com/tenis/noticia/2026/08/29/no-hall-da-fama-federer-revisita-a-propria-historia-e-projeta-futuro-do-tenis.ghtml.

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