Namorar uma IA muda seu cérebro? Neurocientista de Stanford explica os riscos
Para o pesquisador Ben Rein, chatbots podem ajudar em momentos de necessidade, mas devem ser "último recurso": substituir contato humano por IA agrava os riscos de saúde ligados à solidão

O cérebro humano processa a rejeição social nas mesmas regiões em que processa a dor física. Não é metáfora: quando alguém é excluído de um grupo, acendem no córtex as mesmas áreas que acenderiam se a pessoa tivesse levado um chute. É esse tipo de descoberta que fez a neurociência tratar a solidão como problema de saúde, e não de humor, um fator de risco comparável, em mortalidade, à obesidade.
Publicado originalmente por Exame. Leia a matéria completa em https://exame.com/inteligencia-artificial/namorar-uma-ia-muda-seu-cerebro-neurocientista-de-stanford-explica-os-riscos/.
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