Na Câmara, Amorim diz que classificação de facções como terroristas ameaça soberania e não traz 'ganhos concretos'
O assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, afirmou nesta quarta-feira (12), em audiência na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, que o governo brasileiro não tem "qualquer complacência" com organizações criminosas. Na ocasião, ele defendeu que o tema seja tratado dentro dos marcos da Constituição e do Estado Democrático de Direito. Segundo ele, a classificação facções criminosas como terroristas não "produz ganhos concretos" para a cooperação internacional e ameaça a soberania. Amorim afirmou ainda que a oposição do g
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O assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, afirmou nesta quarta-feira (12), em audiência na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, que o governo brasileiro não tem "qualquer complacência" com organizações criminosas.
Na ocasião, ele defendeu que o tema seja tratado dentro dos marcos da Constituição e do Estado Democrático de Direito. Segundo ele, a classificação facções criminosas como terroristas não "produz ganhos concretos" para a cooperação internacional e ameaça a soberania.
Amorim afirmou ainda que a oposição do governo brasileiro à equiparação entre facções criminosas e organizações terroristas se baseia no entendimento de que a medida também pode ter impactos econômicos.

Convidado para explicar declarações feitas anteriormente sobre o tema, Amorim disse que é preciso contextualizar sua fala e reiterou o compromisso do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o combate ao crime organizado.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/08/12/na-camara-amorim-diz-que-governo-brasileiro-nao-tem-complacencia-com-faccoes-criminosas.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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