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    Mulher que passou 32 anos sem trabalhar por exigência do ex-marido recebe direito a pensão alimentícia por tempo indeterminado na Justiça

    Juíza de Cidade Ocidental determinou que mulher que ficou 32 anos sem trabalhar receba pensão alimentícia do ex-marido por tempo indeterminado Reprodução/Flickr do TJGO Uma mulher que passou 32 anos sem trabalhar por exigência do ex-marido ganhou na Justiça o direito de receber dele uma pensão alimentícia, por tempo indeterminado. A decisão da 1ª Vara Cível, de Família, Sucessões e da Infância e da Juventude de Cidade Ocidental, no Entorno do Distrito Federal, se baseou no fato de que a mulher abriu mão do emprego que tinha, à época do casamento, para se dedicar à família. Como o nome do ex-ma

    G1
    30 de setembro de 2026 às 10:45
    Mulher que passou 32 anos sem trabalhar por exigência do ex-marido recebe direito a pensão alimentícia por tempo indeterminado na Justiça
    Foto: G1

    Juíza de Cidade Ocidental determinou que mulher que ficou 32 anos sem trabalhar receba pensão alimentícia do ex-marido por tempo indeterminado — Foto: Reprodução/Flickr do TJGO

    Uma mulher que passou 32 anos sem trabalhar por exigência do ex-marido ganhou na Justiça o direito de receber dele uma pensão alimentícia, por tempo indeterminado. A decisão da 1ª Vara Cível, de Família, Sucessões e da Infância e da Juventude de Cidade Ocidental , no Entorno do Distrito Federal, se baseou no fato de que a mulher abriu mão do emprego que tinha, à época do casamento, para se dedicar à família.

    Como o nome do ex-marido não foi divulgado pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), o g1 não conseguiu localizar a sua defesa.

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    De acordo com o TJGO, a mulher, atualmente com 53 anos, trabalhava no aeroporto de Goiânia quando se uniu ao homem. Em depoimento, ela contou que deixou o emprego para cuidar do marido e dos filhos porque o agora ex determinava que "mulher dele não trabalhava fora de casa".

    Em sua decisão, a juíza Isabella Bittencourt disse que enquanto o ex-marido pôde desenvolver sua carreira profissional, a autora permaneceu responsável pela estrutura doméstica e pela criação dos filhos, afastando-se por décadas do mercado de trabalho.

    Atualmente, a mulher não tem renda própria, lida com problemas de saúde e não conta com plano de assistência médica.

    “Embora não remunerado, o trabalho por ela desenvolvido no ambiente familiar constituiu contribuição efetiva para a manutenção da família e, inclusive, para que o outro cônjuge pudesse se dedicar à própria atividade profissional”, disse a magistrada, na sentença.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2026/09/30/mulher-que-passou-32-anos-sem-trabalhar-por-exigencia-do-ex-marido-recebe-direito-a-pensao-alimenticia-por-tempo-indeterminado-na-justica.ghtml.

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