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    Mulher de Lito Souza nega privilégio para obter remédio experimental

    A esposa do influenciador Lito Sousa , Mila Seidl, negou que a autorização para importar um medicamento experimental tenha sido obtida por um privilégio concedido ao marido. Na sexta-feira (4), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou a importação de substância para tratar a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) . Leia mais (09/06/2026 - 12h50)

    Folha de S.Paulo
    6 de setembro de 2026 às 15:50
    Mulher de Lito Souza nega privilégio para obter remédio experimental
    Homem de cabelos escuros e barba rala, vestindo camiseta verde, sentado em ambiente interno com escada ao fundo. Ele apoia a mão no peito e olha levemente para cima. — Foto: Folha de S.Paulo

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    A esposa do influenciador Lito Sousa , Mila Seidl, negou que a autorização para importar um medicamento experimental tenha sido obtida por um privilégio concedido ao marido. Na sexta-feira (4), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou a importação de substância para tratar a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) .

    Lito Sousa - Reprodução/Lito Sousa no Instagram · Reprodução/Lito Sousa no Instagram
    Lito Sousa - Reprodução/Lito Sousa no Instagram · Reprodução/Lito Sousa no Instagram — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    Segundo Mila, a família pretende explicar o procedimento para ajudar outros pacientes com doenças raras e sem alternativas de tratamento.

    Em vídeos publicados nas redes sociais, Mila disse que o pedido seguiu as regras previstas para o uso compassivo de medicamentos e que os contatos com a farmacêutica foram feitos pela própria família, com a participação dos médicos de Lito.

    "A gente apresentou bastante documentação, estava bem robusto. Eu me preparei bastante. A gente estava bem munido com os documentos que a farmacêutica passou, com os exames, com tudo científico mesmo", disse.

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    Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    Chamada ALN-6457, a substância foi desenvolvida pela Regeneron Pharmaceuticals e ainda está em estágio prévio ao desenvolvimento clínico, sem estudos formalmente iniciados em seres humanos para DCJ.

    O pedido de importação foi formalizado pelo Einstein Hospital Israelita, responsável pelo acompanhamento de Lito, após o influenciador ser aceito pela farmacêutica em um programa de uso compassivo.

    "Isso não é uma regalia nossa. É um direito de qualquer pessoa que está numa situação semelhante. A dificuldade é que essas informações não são claras", afirmou Mila.

    Segundo ela, embora o uso compassivo esteja previsto nas normas, as informações sobre os documentos necessários, os órgãos envolvidos e a tramitação do pedido não são facilmente encontradas. Por isso, ela pretende tornar pública a experiência do marido para ajudar outras pessoas.

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    Publicado originalmente por Folha de S.Paulo. Leia a matéria completa em https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/09/mulher-de-lito-souza-nega-privilegio-para-obter-remedio-experimental.shtml.

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