Mulher com mesma doença de Lito perde os movimentos em 60 dias e cruza fronteira para se tratar no SUS
Maria Albina vive com Doença de Creutzfeldt-Jakob em MS Arquivo pessoal Lito Sousa, de 59 anos, foi diagnosticado com a Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) enquanto ainda conseguia falar, lembrar e tomar decisões. Do outro lado, Maria Albina da Rosa, de 33 anos, saiu do Paraguai para receber o diagnóstico em Ponta Porã, quando já havia perdido a fala e os movimentos. Em poucos meses, Maria passou de uma mulher que trabalhava, cuidava de uma criança e procurava uma massagista para aliviar dores na nuca e nas costas a uma paciente que não consegue mais andar, falar ou se alimentar pela boca. ✅ Cli
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Maria Albina vive com Doença de Creutzfeldt-Jakob em MS — Foto: Arquivo pessoal
Lito Sousa, de 59 anos, foi diagnosticado com a Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) enquanto ainda conseguia falar, lembrar e tomar decisões. Do outro lado, Maria Albina da Rosa, de 33 anos, saiu do Paraguai para receber o diagnóstico em Ponta Porã , quando já havia perdido a fala e os movimentos.
Em poucos meses, Maria passou de uma mulher que trabalhava, cuidava de uma criança e procurava uma massagista para aliviar dores na nuca e nas costas a uma paciente que não consegue mais andar, falar ou se alimentar pela boca.

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O marido dela, Joel Brás Duarte, de 41 anos, relata que a transformação aconteceu rápido demais para que a família pudesse entender o que estava acontecendo.
“Vem igual uma avalanche, não dá mais tempo porque a pessoa esquece tudo. De uma hora para a outra, a pessoa esquece tudo, não sabe mais nada, nem a idade”, resume.
Joel conta que os primeiros sintomas apareceram em setembro de 2025, quando o casal ainda morava no Paraguai. Na época, Maria sentia dores na nuca e nas costas e fazia massagens a cada 15 dias, mas o alívio era temporário.
Em novembro, segundo o marido, começaram os esquecimentos e as alterações de comportamento. Maria trabalhava como doméstica e também cuidava de uma criança. Um episódio no trabalho chamou a atenção da família.
O patrão reclamou que algumas tarefas não haviam sido feitas. Maria, porém, dizia ao marido que havia realizado o serviço e que o patrão estava enganado.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2026/09/03/mulher-com-mesma-doenca-de-lito-perde-os-movimentos-em-60-dias-e-cruza-fronteira-para-se-tratar-no-sus.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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