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    Mulher chamada Delicia diz que nome facilitou aproximação com as pessoas: ‘Não tenho vergonha’

    Auxiliar de serviços gerais Delicia Freitas da Silva relata sentir orgulho e força por carregar seu nome registrado em cartório pelos pais Arquivo Pessoal/Delicia Freitas Para algumas pessoas, carregar um nome diferente pode ser motivo de timidez, mas para a auxiliar de serviços gerais Delicia Freitas da Silva, de 59 anos, moradora de Aparecida de Goiânia, a identidade registrada em cartório pelos pais sempre foi motivo de orgulho e força. Em entrevista ao g1, Delicia contou que, por causa do nome, o primeiro contato com as pessoas sempre foi marcado pela descontração, o que se tornou uma moti

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    6 de outubro de 2026 às 10:49
    Mulher chamada Delicia diz que nome facilitou aproximação com as pessoas: ‘Não tenho vergonha’
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    Auxiliar de serviços gerais Delicia Freitas da Silva relata sentir orgulho e força por carregar seu nome registrado em cartório pelos pais — Foto: Arquivo Pessoal/Delicia Freitas

    Para algumas pessoas, carregar um nome diferente pode ser motivo de timidez, mas para a auxiliar de serviços gerais Delicia Freitas da Silva, de 59 anos, moradora de Aparecida de Goiânia , a identidade registrada em cartório pelos pais sempre foi motivo de orgulho e força. Em entrevista ao g1 , Delicia contou que, por causa do nome, o primeiro contato com as pessoas sempre foi marcado pela descontração, o que se tornou uma motivação para enfrentar os momentos difíceis da vida.

    "Eu chego nos lugares e a pessoa fala: 'Ai, Delicia!'. Aquilo ali pra mim, eu me sentia bem. Eu sentia bem com esse nome. Então eu não tenho vergonha do meu nome, não tenho. Eu fico... eu acho é bom as pessoas me chamarem por esse nome. Eu passo na rua: 'Ô, Delicia. Aí, aquilo ali pra mim é o máximo", disse.

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    Filha caçula de uma família de dez irmãos, Delicia lembra que a tradição dos nomes incomuns veio das origens rurais. Criada no campo com simplicidade extrema, ela recorda que a família só se mudou para a cidade quando os filhos já eram maiores. Na infância humilde, calçado tradicional nem entrava em casa: usavam-se as chamadas "precatas", sandálias rústicas típicas do interior. Foi nessa lida que aprendeu com o pai o valor da simplicidade, princípio que fez questão de repassar aos próprios filhos.

    "Esse nome foi meus pais que me deram. Nós viemos de uma família muito humilde. A minha simplicidade eu passei para os meus filhos também. Sempre falava: 'Meus filhos, não tem coisa melhor do que a gente ser simples, ser humilde'. Já passei por tantos problemas, mas nenhum me abateu. Sempre enfrentei os problemas com alegria. Aonde eu passava, eu deixava alegria", explicou.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2026/10/06/mulher-chamada-delicia-relata-como-afeto-das-pessoas-virou-combustivel-contra-momentos-dificeis-nao-tenho-vergonha.ghtml.

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