Mulher baleada pelo ex fica tetraplégica e decide estudar perícia criminal: 'Última voz da vítima'
Gisele Fiales ficou tetraplégica após ser baleada pelo ex-companheiro Arquivo Pessoal Gisele Fiales ficou tetraplégica após ser baleada pelo ex-companheiro há mais de 30 anos. Hoje, ela usa a experiência de ter sobrevivido a uma tentativa de feminicídio como um alerta para ajudar outras mulheres em São Vicente, no litoral de São Paulo. Além de ser ativista, a mulher de 49 anos está estudando investigação forense e perícia criminal. Ao g1, ela explicou ter sido motivada pela importância desse trabalho para as vítimas de feminicídio, como o caso do tenente-coronel Geraldo Neto, acusado de matar
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Gisele Fiales ficou tetraplégica após ser baleada pelo ex-companheiro — Foto: Arquivo Pessoal
Gisele Fiales ficou tetraplégica após ser baleada pelo ex-companheiro há mais de 30 anos. Hoje, ela usa a experiência de ter sobrevivido a uma tentativa de feminicídio como um alerta para ajudar outras mulheres em São Vicente , no litoral de São Paulo.
Além de ser ativista, a mulher de 49 anos está estudando investigação forense e perícia criminal. Ao g1 , ela explicou ter sido motivada pela importância desse trabalho para as vítimas de feminicídio , como o caso do tenente-coronel Geraldo Neto, acusado de matar a esposa Gisele Alves, encontrada morta com um tiro na cabeça, no apartamento onde o casal morava em São Paulo .

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"Se não fosse o trabalho incrível da perícia, não ia ser descoberto. Então, a perícia é a última voz da vítima . É um trabalho que me motiva para a justiça ser feita e esse tipo de crime não ficar impune", destacou Gisele.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2026/08/25/mulher-baleada-pelo-ex-fica-tetraplegica-e-decide-estudar-pericia-criminal-ultima-voz-da-vitima.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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