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    MPF pede prisão preventiva de PM acusado de matar estudante de medicina em hotel de SP

    Estudante de Medicina Marco Aurélio e o pai Reprodução/Arquivo pessoal O Ministério Público Federal (MPF) se manifestou a favor da prisão preventiva do policial militar Guilherme Augusto Macedo, réu pela morte do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos, após um desentendimento envolvendo o retrovisor de uma viatura, em novembro de 2024. Em parecer enviado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 9 de outubro de 2026, o órgão argumentou que a gravidade concreta da conduta e o risco à ordem pública justificam a prisão. Em fevereiro de 2026, a Justiça de São Paulo determin

    G1
    14 de outubro de 2026 às 19:01
    MPF pede prisão preventiva de PM acusado de matar estudante de medicina em hotel de SP
    Foto: G1

    Estudante de Medicina Marco Aurélio e o pai — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

    O Ministério Público Federal (MPF) se manifestou a favor da prisão preventiva do policial militar Guilherme Augusto Macedo, réu pela morte do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta , de 22 anos, após um desentendimento envolvendo o retrovisor de uma viatura, em novembro de 2024.

    Em parecer enviado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 9 de outubro de 2026, o órgão argumentou que a gravidade concreta da conduta e o risco à ordem pública justificam a prisão. Em fevereiro de 2026, a Justiça de São Paulo determinou que os policiais sejam levados a júri popular . A data do julgamento ainda será definida.

    PM que matou estudante de medicina em SP contou versões diferentes do crime
    PM que matou estudante de medicina em SP contou versões diferentes do crime — Foto: G1 · Fonte: G1

    O documento, assinado pelo subprocurador-geral da República José Elaeres Marques Teixeira, sustenta que o policial perseguiu o jovem a pé depois que ele deu um tapa no retrovisor da viatura, sem causar danos materiais ao veículo. Segundo o parecer, a vítima procurou abrigo no saguão do hotel onde estava hospedada, mas foi alcançada pelo policial e por outro agente.

    De acordo com a descrição dos fatos apresentada no documento, o jovem estava desarmado e sem camisa e não representava risco concreto à integridade física dos policiais. Mesmo assim, permaneceu sob a mira de uma arma de fogo.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/10/14/mpf-pede-prisao-preventiva-de-pm-acusado-de-matar-estudante-de-medicina-em-hotel-de-sp.ghtml.

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    PM que matou estudante de medicina em SP contou versões diferentes do crime — Foto: G1

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