MPF cobra na Justiça R$ 541 milhões em reparação da Shell por enchente no RS
Ruas alagadas em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre (RS), em maio de 2024 Reuters/Amanda Perobelli O Ministério Público Federal (MPF) e o Instituto Preservar ingressaram com uma ação na Justiça contra a Shell Brasil buscando reparação parcial dos danos decorrentes das catástrofes climáticas no Rio Grande do Sul, especialmente das enchentes de abril e maio de 2024. Os pedidos somam mais de R$ 541 milhões. Na Ação Civil Pública climática, MPF e o instituto sustentam que há ligação entre as emissões da cadeia dos combustíveis fósseis, o aquecimento global e a intensificação das chuva
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Ruas alagadas em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre (RS), em maio de 2024 — Foto: Reuters/Amanda Perobelli
O Ministério Público Federal (MPF) e o Instituto Preservar ingressaram com u ma ação na Justiça contra a Shell Brasil buscando reparação parcial dos danos decorrentes das catástrofes climáticas no Rio Grande do Sul , especialmente das enchentes de abril e maio de 2024. Os pedidos somam mais de R$ 541 milhões .
Na Ação Civil Pública climática, MPF e o instituto sustentam que há ligação entre as emissões da cadeia dos combustíveis fósseis, o aquecimento global e a intensificação das chuvas responsáveis pela devastação do estado naquele período .

A ação não atribui à Shell responsabilidade exclusiva pela tragédia, argumenta o MPF . A alegação seria de que a empresa deve responder por suposta contribuição histórica e continuada para as emissões de gases de efeito estufa e ao papel dessas emissões na intensificação dos eventos extremos.
O pedido inclui R$ 270,5 milhões por danos morais coletivos ambientais e climáticos e mais R$ 270,5 milhões por danos materiais , caso haja condenação.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2026/10/10/reparacao-shell-enchente-rs.ghtml.

Dois anos depois da enchente que deixou 185 mortos, o que ainda falta mudar no RS? — Foto: G1
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