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    MP investiga agente e vigilante por permitir entrada de celulares em prisão

    A dupla teria recebido dinheiro para facilitar a entrada de drogas e smartphones no Complexo Penitenciário de Florianópolis

    Metrópoles
    18 de setembro de 2026 às 18:26
    MP investiga agente e vigilante por permitir entrada de celulares em prisão
    Foto: Metrópoles

    Um agente penitenciário e um vigilante, ambos lotados no sistema prisional de Florianópolis (SC), foram alvos de operação nesta sexta-feira (18/9), sob suspeita de atuar em conluio com uma organização criminosa para facilitar a entrada clandestina de drogas, aparelhos celulares, medicamentos e outros itens proibidos no Complexo Penitenciário do estado .

    Segundo as investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) , os investigados teriam implementado um esquema estruturado para favorecer detentos vinculados a uma organização criminosa com atuação dentro e fora do sistema prisional.

    Conforme os elementos colhidos até o momento, o grupo seria responsável pela entrada e distribuição de drogas, além de telefones celulares e outros equipamentos eletrônicos de uso proibido no ambiente carcerário.

    Divulgação/MPSC
    Divulgação/MPSC — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles

    O agente público e o vigilante terceirizado são investigados por supostamente facilitar o ingresso dos materiais ilícitos e ocultar a atividade criminosa em troca de vantagens financeiras.

    Um agente penitenciário e um vigilante, ambos lotados no sistema prisional de Florianópolis (SC), foram alvos de operação nesta sexta-feira (18/9)

    O agente público e o vigilante terceirizado são investigados por supostamente facilitar o ingresso dos materiais ilícitos e ocultar a atividade criminosa em troca de vantagens financeiras

    MP investiga agente e vigilante por permitir entrada de celulares em prisão
    MP investiga agente e vigilante por permitir entrada de celulares em prisão — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles

    As investigações levaram as forças de segurança a deflagrar, nesta sexta (18), a Operação Linha Oculta

    A Polícia Penal acompanhou e apoiou a operação desde as primeiras etapas das investigações, que tramitam sob sigilo

    O MPSC explicou que o nome “Linha Oculta” faz referência aos canais clandestinos de comunicação mantidos por integrantes da organização criminosa por meio da entrada irregular de aparelhos celulares no sistema prisional

    MP investiga agente e vigilante por permitir entrada de celulares em prisão - destaque galeria
    MP investiga agente e vigilante por permitir entrada de celulares em prisão - destaque galeria — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles

    As investigações levaram as forças de segurança a deflagrar, nesta sexta (18), a Operação Linha Oculta. Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em Florianópolis e Biguaçu. A ação está vinculada à 39ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital, e os mandados foram expedidos pela Vara Regional de Garantias da Capital.

    Segundo o MPSC, os materiais arrecadados durante a operação serão encaminhados à Polícia Científica para realização de perícia e posterior análise pelas equipes responsáveis pela investigação. Além das buscas e apreensões, a decisão judicial determinou o afastamento cautelar do agente, pelo prazo de 90 dias, e do vigilante terceirizado investigados no âmbito da operação.

    A Polícia Penal acompanhou e apoiou a operação desde as primeiras etapas das investigações, que tramitam sob sigilo.

    O agente público e o vigilante terceirizado são investigados por supostamente facilitar o ingresso dos materiais ilícitos e ocultar a atividade criminosa em troca de vantagens financeiras
    O agente público e o vigilante terceirizado são investigados por supostamente facilitar o ingresso dos materiais ilícitos e ocultar a atividade criminosa em troca de vantagens financeiras — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles

    O MPSC explicou que o nome “Linha Oculta” faz referência aos canais clandestinos de comunicação mantidos por integrantes da organização criminosa por meio da entrada irregular de aparelhos celulares no sistema prisional, bem como à estrutura utilizada para viabilizar e ocultar as atividades investigadas.

    As investigações levaram as forças de segurança a deflagrar, nesta sexta (18), a Operação Linha Oculta
    As investigações levaram as forças de segurança a deflagrar, nesta sexta (18), a Operação Linha Oculta — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles
    A Polícia Penal acompanhou e apoiou a operação desde as primeiras etapas das investigações, que tramitam sob sigilo
    A Polícia Penal acompanhou e apoiou a operação desde as primeiras etapas das investigações, que tramitam sob sigilo — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles
    O MPSC explicou que o nome “Linha Oculta” faz referência aos canais clandestinos de comunicação mantidos por integrantes da organização criminosa por meio da entrada irregular de aparelhos celulares no sistema prisional
    O MPSC explicou que o nome “Linha Oculta” faz referência aos canais clandestinos de comunicação mantidos por integrantes da organização criminosa por meio da entrada irregular de aparelhos celulares no sistema prisional — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles
    MP investiga agente e vigilante por permitir entrada de celulares em prisão - imagem 6
    MP investiga agente e vigilante por permitir entrada de celulares em prisão - imagem 6 — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles

    Publicado originalmente por Metrópoles. Leia a matéria completa em https://www.metropoles.com/colunas/mirelle-pinheiro/mp-investiga-agente-e-vigilante-por-permitir-entrada-de-celulares-em-prisao.

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