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    Mortes de macacos por febre amarela levam à emissão de alerta para 86 cidades do Norte de MG

    Vacina contra febre amarela Rodrigo Nunes/MS A confirmação de mortes de macacos causadas por febre amarela em Claro dos Poções e São João do Pacuí levou a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) a emitir um alerta epidemiológico para 86 municípios da macrorregião Norte. O comunicado foi encaminhado pela Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Montes Claros e pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs). 📲Clique aqui para seguir o canal do g1 Grande Minas no WhatsApp Os casos foram confirmados após exames realizados pela Fundação Ezequiel Dias (Fune

    G1
    12 de agosto de 2026 às 13:48
    Mortes de macacos por febre amarela levam à emissão de alerta para 86 cidades do Norte de MG
    Foto: G1

    Vacina contra febre amarela — Foto: Rodrigo Nunes/MS

    A confirmação de mortes de macacos causadas por febre amarela em Claro dos Poções e São João do Pacuí levou a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) a emitir um alerta epidemiológico para 86 municípios da macrorregião Norte.

    O comunicado foi encaminhado pela Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Montes Claros e pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs).

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    Os casos foram confirmados após exames realizados pela Fundação Ezequiel Dias (Funed), em Belo Horizonte. Os resultados laboratoriais foram divulgados na primeira semana de agosto e tiveram como base análises de primatas encontrados mortos nos dois municípios.

    Segundo a coordenadora do Cievs e da Vigilância em Saúde da SRS de Montes Claros, Agna Soares da Silva Menezes, a confirmação das epizootias exige reforço imediato das medidas de prevenção e monitoramento.

    “A partir da confirmação das mortes tendo como causa a febre amarela, os municípios localizados no entorno de Claro dos Poções e de São João do Pacuí precisam intensificar ao máximo as ações de vigilância sobre a febre amarela, incluindo a busca ativa de pessoas não vacinadas contra a doença. A população urbana e rural também deve ser orientada para denunciar o adoecimento ou morte de macacos.”

    Entre as cidades que devem ampliar as ações de vigilância estão: Campo Azul , Brasília de Minas , Coração de Jesus , Lagoa dos Patos , São João da Lagoa , Jequitaí , Montes Claros, Francisco Dumont , Bocaiúva e Joaquim Felício.

    O tema também foi discutido durante reunião da Comissão Intergestores Bipartite do Sistema Único de Saúde (CIB-SUS), realizada na sexta-feira (8), em Montes Claros.

    A coordenadora alertou que a ocorrência de mortes de macacos é um importante indicativo da circulação do vírus da febre amarela no ambiente.

    “Com a confirmação da morte de macacos tendo como causa a febre amarela, os serviços municipais de vigilância em saúde e de atenção primária devem ficar alertas quanto à detecção oportuna de caso humano suspeito para a doença, investigação adequada de eventos e fortalecimento da cobertura vacinal."

    Agna Menezes ainda destacou a função exercida pelos macacos no contexto da doença.

    "Os macacos atuam como sentinelas da circulação do vírus da febre amarela e são altamente suscetíveis à infeção. A ocorrência de epizootias nesses animais indica a possível presença do vírus no ambiente e representa um importante alerta para o risco de transmissão a humanos.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/mg/grande-minas/noticia/2026/08/12/mortes-de-macacos-por-febre-amarela-levam-a-emissao-de-alerta-para-86-cidades-do-norte-de-mg.ghtml.

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