Morte de professor negro de Cambridge provoca debate sobre cobertura de tabloides no Reino Unido
Jason Arday carrega a chama olímpica no trecho do revezamento entre Sutton e Merton, em Londres, em 23 de julho de 2012 Joe Giddens/AP O caso das acusações de plágio e de mentiras contra um professor negro de Cambridge abriu um debate sobre se a pressão exercida sobre o docente e a repercussão do caso pode ter contribuído para um eventual suicídio. LEIA TAMBÉM: De estrela de Cambridge a acusado de mentir e plagiar: entenda caso de professor inglês negro achado morto As milhares de pessoas que na noite de segunda-feira homenagearam Jason Arday em Londres, falecido na sexta-feira, não escondiam
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Jason Arday carrega a chama olímpica no trecho do revezamento entre Sutton e Merton, em Londres, em 23 de julho de 2012 — Foto: Joe Giddens/AP
O caso das acusações de plágio e de mentiras contra um professor negro de Cambridge abriu um debate sobre se a pressão exercida sobre o docente e a repercussão do caso pode ter contribuído para um eventual suicídio.
As milhares de pessoas que na noite de segunda-feira homenagearam Jason Arday em Londres, falecido na sexta-feira, não escondiam sua indignação com os meios de comunicação, aos quais muitos se recusavam a conceder entrevistas.

Os cartazes erguidos entre a multidão resumiam bem as críticas: "249 matérias em 22 dias", em alusão ao número estimado de publicações desde julho sobre as acusações de plágio ou as afirmações fantasiosas que o docente teria feito sobre sua trajetória.
Para essas pessoas, os jornais britânicos são, junto com o racismo, os principais responsáveis pela morte de Jason Arday, cujo corpo foi encontrado em sua residência em 14 de agosto, nove dias após sua demissão da Universidade de Cambridge.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/08/19/imprensa-britanica-criticada-apos-morte-de-professor-negro-de-cambridge.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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