'Morreu após dizer não': por que identificar os sinais de violência pode salvar mulheres em RO
Aluno mata professora a facadas em Rondônia; Justiça converte prisão em flagrante do estudante em preventiva Na última aula que deu antes de morrer, Juliana Santiago prometeu aos alunos que aquela seria a “melhor matéria da semana”. Horas depois, a professora foi morta a facadas por um aluno dentro do Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), em Porto Velho. Ele foi denunciado por feminicídio. Juliana tinha 41 anos, era escrivã da Polícia Civil e também atuava como professora de Direito Penal. Contexto: o crime aconteceu em fevereiro de 2026. De acordo com testemunhas, o aluno do 5º perí
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“Feminicídios são crimes evitáveis. Quando uma mulher procura ajuda, o Estado não pode exigir que ela percorra sozinha uma sequência de portas, repita sua história e prove reiteradamente que está em perigo. A resposta deve ser imediata. A responsabilidade da rede é reconhecer o risco, agir antes da escalada e permanecer ao lado da vítima até que a proteção seja efetiva”, finalizou Rosimar Francelino.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2026/10/10/morreu-apos-dizer-nao-por-que-identificar-os-sinais-de-violencia-pode-salvar-mulheres-em-ro.ghtml.
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