Ministério aponta 40 mil amostras de DNA de desconhecidos fora dos bancos de identificação
Levantamento do Ministério da Justiça apontou que existem atualmente espalhadas por Institutos Médico Legais (IML) de todo o país cerca de 40 mil amostras de corpos cuja identificação não foi possível e que ainda não foram incluídas nos bancos de DNA, estruturas usadas para localizar parentes e chegar à identidade da pessoa morta. De acordo com a técnica da Coordenação de Políticas sobre Pessoas Desaparecidas, Simone de Jesus, esses dados ainda passarão por análise e confirmação. Depois, será montado um cronograma junto aos estados para processar essas amostras e colocá-las nos bancos de DNA.
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Levantamento do Ministério da Justiça apontou que existem atualmente espalhadas por Institutos Médico Legais (IML) de todo o país cerca de 40 mil amostras de corpos cuja identificação não foi possível e que ainda não foram incluídas nos bancos de DNA, estruturas usadas para localizar parentes e chegar à identidade da pessoa morta.
De acordo com a técnica da Coordenação de Políticas sobre Pessoas Desaparecidas, Simone de Jesus, esses dados ainda passarão por análise e confirmação. Depois, será montado um cronograma junto aos estados para processar essas amostras e colocá-las nos bancos de DNA.
A informação da Coordenação, que é ligada ao Ministério da Justiça, foi dada durante anúncio da 4ª edição de uma mobilização nacional para estimular familiares de pessoas desaparecidas a doarem material genético aos bancos de DNA .

Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/08/24/ministerio-aponta-40-mil-amostras-de-dna-de-desconhecidos-fora-dos-bancos-de-identificacao.ghtml.

Campanha nacional de DNA busca identificar pessoas desaparecidas — Foto: G1
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