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    Membro do Fed defende nova alta de juros em 2026 para conter a inflação

    Susan Collins pontuou que a adoção da IA pode limitar a demanda das empresas por trabalhadores

    CNN Brasil
    13 de outubro de 2026 às 23:46
    Membro do Fed defende nova alta de juros em 2026 para conter a inflação
    Foto: CNN Brasil

    A presidente do Fed (Federal Reserve) de Boston, Susan Collins, disse nesta terça-feira (13) que considera "oportuno" aumentar um pouco mais as taxas de juros antes do final do ano, a fim de garantir um retorno duradouro da inflação à meta de 2% estabelecida pelo banco central.

    Na 25ª Conferência Anual de Bancários Regionais e Comunitários, Collins afirmou acreditar que seja apropriado focar no aspecto da inflação do duplo mandato, já que as condições gerais do mercado de trabalho estão estáveis.

    A dirigente, entretanto, pontuou que a adoção da IA (Inteligência Artificial) pode limitar a demanda das empresas por trabalhadores.

    Presidente do Federal Reserve de Boston, Susan Collins • REUTERS/Evan Vucci · • REUTERS/Evan Vucci
    Presidente do Federal Reserve de Boston, Susan Collins • REUTERS/Evan Vucci · • REUTERS/Evan Vucci — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil

    "Embora os dados recentes sobre a inflação tragam algumas notícias promissoras, outros desenvolvimentos têm sido menos favoráveis", frisou, acrescentando que está observando até que ponto pressões estão presentes nos dados.

    "Espero que a inflação fique acima da meta nos próximos meses, considerando o recente aumento nos preços de produtos energéticos refinados, como combustível de aviação e diesel, e óleo para aquecimento doméstico". Segundo ela, uma pressão também pode vir de itens relacionados à construção de centros de dados.

    Ainda assim, a dirigente acredita que a inflação retornará eventualmente para a meta, à medida que os ganhos contínuos de eficiência sustentam o equilíbrio entre demanda e oferta e contribuem para a desinflação.

    Cyrela tem queda de vendas e lançamentos no 3º trimestre
    Cyrela tem queda de vendas e lançamentos no 3º trimestre — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil

    De acordo com ela, a economia dos EUA tem demonstrado uma resiliência notável, apesar dos choques adversos significativos decorrentes das tarifas e do setor energético.

    Uma possível preocupação de Collins, todavia, é que a aceleração do PIB (Produto Interno Bruto) possa refletir um aumento na demanda, que pode sobrecarregar a oferta e exercer pressão de alta sobre os preços.

    Crescimento no Brasil depende do impulso fiscal, avalia ex-diretor do FMI
    Crescimento no Brasil depende do impulso fiscal, avalia ex-diretor do FMI — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil
    Empresas buscam retorno e redução de custos com inteligência artificial
    Empresas buscam retorno e redução de custos com inteligência artificial — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil
    Cyrela tem queda de vendas e lançamentos no 3º trimestre
    Cyrela tem queda de vendas e lançamentos no 3º trimestre — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil
    Crescimento no Brasil depende do impulso fiscal, avalia ex-diretor do FMI
    Crescimento no Brasil depende do impulso fiscal, avalia ex-diretor do FMI — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil
    Empresas buscam retorno e redução de custos com inteligência artificial
    Empresas buscam retorno e redução de custos com inteligência artificial — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil

    Publicado originalmente por CNN Brasil. Leia a matéria completa em https://www.cnnbrasil.com.br/economia/money/macroeconomia/membro-do-fed-defende-nova-alta-de-juros-em-2026-para-conter-a-inflacao/.

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