Mecânico paranaense que perdeu a visão na infância usa tato, audição e tecnologia para consertar carros
Mecânico sem visão usa tato e audição para reparar carros e comanda oficina própria Diagnosticar um defeito, manusear ferramentas e consertar peças são atividades rotineiras de um mecânico. Para executar todas elas, a maioria dos profissionais confia muito na própria visão. Mas, para Patrick Liaschi Marçal, de Cornélio Procópio, no norte do Paraná, são outros sentidos que guiam o trabalho. O mecânico de 34 anos perdeu completamente a visão aos nove, depois de um descolamento de retina. Agora, para consertar os carros, ele conta com a ajuda do tato, da audição e da tecnologia. ✅ Siga o canal do
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/J/zSI2bfSZCRcUxYghbZbQ/httpsportalnorte.com.brwp-adminpost.phppost-292629-action-edit-44-.png)
"Como eu não tenho mais a visão, as minhas mãos e meus ouvidos funcionam de ferramenta. [...] Eu precisei desenvolver alguns métodos para me desenrolar sozinho. Na parte de baixo,eu tenho a caixa do radiador, na parte do meio eu tenho o cabeçote e em cima eu tenho a parte de sensores ou cilindro do freio e bateria. Então, na minha cabeça funciona como se estivesse desenhando um quadro", explica.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2026/08/16/mecanico-paranaense-que-perdeu-a-visao-na-infancia-usa-tato-audicao-e-tecnologia-para-consertar-carros.ghtml.
Compartilhe
Espalhe essa notícia

