Marina vê "teto" na pauta ambiental e busca canalizar legado em "Marinas"
Em meio à "redução" da pauta ambiental em campanha para o Senado, Marina Silva busca manter agenda com "pupilas" na Câmara e na Alesp

A campanha de Marina Silva (Rede) para o Senado chega à reta final da corrida com a sensação de que a pauta ambiental atingiu um “teto eleitoral” para a ex-ministra. Diante dessa constatação, identificada em pesquisas internas, Marina buscou focar em pautas mais voltadas às mulheres e à questão racial ao longo da disputa.
Como exemplo, em discursos e declarações, Marina tem enfatizado que São Paulo nunca elegeu uma senadora negra. “São Paulo elegeu [Luiza] Erundina a primeira prefeita e vai eleger a primeira senadora negra”, disse em discurso no final do mês passado . Ela também buscou entrelaçar a defesa do fim da escala 6 por 1 às questões práticas da vida da mulher, além de focar em propostas de combate ao feminicídio.
Pessoas do entorno da candidata afirmam que essa pode ser sua última eleição e que, caso não seja eleita, a ideia é manter como “legado político” dentro da agenda ambiental os mandatos das suas duas principais apadrinhadas nas disputas proporcionais em São Paulo: a deputada estadual Marina Helou (PSB), candidata a deputada federal, e a vereadora Marina Bragante (PSB), que busca uma cadeira na Assembleia Legislativa de São Paulo ( Alesp ).



Publicado originalmente por Metrópoles. Leia a matéria completa em https://www.metropoles.com/colunas/vinicius-passarelli/marina-ve-teto-na-pauta-ambiental-e-busca-canalizar-legado-em-marinas.

Instagram/@marinahelou — Foto: Metrópoles
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