Política

    Marina diz que não é justo oposição voltar para destruir Amazônia

    Ex-ministra diz que opositores de Lula querem reverter políticas sociais e ambientais conquistadas

    Poder360
    16 de agosto de 2026 às 15:24
    Marina diz que não é justo oposição voltar para destruir Amazônia
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    Ex-ministra diz que opositores de Lula querem reverter políticas sociais e ambientais conquistadas

    A ex-ministra do Meio Ambiente e candidata ao Senado por São Paulo, Marina Silva (Rede), afirmou neste domingo (16.ago.2026) que “não é justo” que seus adversários voltem ao poder para, segundo ela, continuar destruindo a Amazônia e outros biomas brasileiros. A declaração foi feita durante o ato de lançamento da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição, no Estádio 1º de Maio, em São Bernardo do Campo (SP).

    Marina também defendeu a continuidade das políticas sociais e afirmou que os adversários de Lula não deveriam voltar ao poder para, segundo ela, desfazer os avanços obtidos.

    “Não é justo que eles queiram voltar pra continuar destruindo as políticas que tiraram o Brasil da linha da pobreza, do mapa da fome”, afirmou.
    “Não é justo que eles queiram voltar pra continuar destruindo as políticas que tiraram o Brasil da linha da pobreza, do mapa da fome”, afirmou. — Foto: Poder360 · Fonte: Poder360

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    “Não é justo que eles queiram voltar para continuar destruindo as políticas que tiraram o Brasil da linha da pobreza, do mapa da fome” , afirmou.

    A ministra defendeu ainda políticas voltadas à geração de emprego e à proteção de mulheres, crianças e jovens.

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    “Nós queremos o Brasil com emprego. Nós queremos o Brasil que respeite as mulheres, as crianças, tudo para os nossos jovens” , disse.

    Marina também afirmou que a eleição envolve a defesa da democracia e da soberania nacional.

    “Nós nos declaramos em estado permanente de mobilização. Eles vão ver a força da nossa militância. É pelo Brasil, é por São Paulo e pelas mulheres brasileiras” , declarou.

    A ministra criticou ainda os adversários de Lula ao fazer um contraste entre as propostas apresentadas na campanha.

    “Eles vêm com negacionismo, Haddad apresenta educação” , disse, em referência ao candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT).

    Marina e Simone Tebet são candidatas ao Senado por São Paulo. Durante o ato, Tebet defendeu a eleição das duas para as 2 vagas que estarão em disputa no Estado em 2026.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deu início à campanha neste domingo (16.ago.2026), em um ato no estádio 1º de Maio, em São Bernardo do Campo (SP). O local, conhecido anteriormente como estádio da Vila Euclides, ficou marcado por ser palco da militância de Lula no final dos anos 1970 e início dos anos 1980, enquanto sindicalista.

    Foi berço da grande greve dos trabalhadores do ABC, em 1979, além de ter sido fundamental para o surgimento do movimento político e sindical que deu origem à CUT (Central Única dos Trabalhadores) e ao PT. A 1ª assembleia das greves contou com a participação de mais de 60.000 trabalhadores.

    O objetivo era obter um reajuste de 78,1%. Lula chegou a discursar em cima de uma mesa e usou um megafone para falar com os presentes.

    O petista havia sido eleito, em 1975, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema e reeleito em 1978. A entidade passou a contemplar a região do ABC.

    A sede do sindicato não tinha espaço suficiente para abrigar tantos trabalhadores. Daí a necessidade de utilizar o estádio da Vila Euclides.

    O PT pretendia contar com cerca de 20.000 pessoas no ato deste domingo (16.ago). Reuniu caravanas de diversos lugares do Brasil com militantes petistas e movimentos sociais, além de partidos aliados para ajudar a lotar o evento.

    O ato de domingo também serve para que Lula lance o slogan “O Brasil pronto pra mais” . É uma referência do PT e de Lula em relação ao que consideram realizações, a exemplo dos programas sociais criados pelo petista. Ao mesmo tempo, é uma sinalização para o que virá caso Lula obtenha um inédito 4º mandato.

    Lula já citou como prioridades a defesa nacional, a exploração de terras-raras e o ensino em tempo integral. A soberania tem sido o mote do governo, que tem tido atritos com os Estados Unidos. O Planalto busca colar no candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro , a pecha de “entreguista” e “traidor da pátria” pelo alinhamento com o chefe de Estado norte-americano, Donald Trump.

    Lula, 80 anos, será candidato ao Planalto pela 8ª vez. O petista oficializou a entrada na disputa à reeleição em 2 de agosto, durante ato no Expo Center Norte, na Vila Guilherme, em São Paulo (SP).

    Lula foi candidato em 1989, 1994, 1998, 2002, 2006, 2018 e 2022. Em 2018, estava preso e teve o nome barrado pelo TSE com base na Lei da Ficha Limpa.

    Quando disputou para valer, o petista perdeu 3 vezes (1989, 1994 e 1998) e venceu em outras 3 ocasiões (2002, 2006 e 2022).

    Se reeleito, será o mais velho no posto: faz 81 anos em outubro deste ano. Lula também será o 1º brasileiro a vencer 4 eleições diretas para presidente.

    O Brasil já teve 9 eleições presidenciais que permitiam 2 turnos. Um petista sempre ficou como 1º (5 vezes) ou 2º colocado (4 vezes), mas nunca houve uma vitória petista no 1º turno.

    Publicado originalmente por Poder360. Leia a matéria completa em https://www.poder360.com.br/poder-eleicoes-2026/marina-diz-que-nao-e-justo-oposicao-voltar-para-destruir-amazonia/.

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    “Não é justo que eles queiram voltar pra continuar destruindo as políticas que tiraram o Brasil da linha da pobreza, do mapa da fome”, afirmou. — Foto: Poder360

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