Economia

    Marcas próprias avançam 3,8x mais — e não só para quem economiza

    PMC de abril teve a queda generalizada, que só não foi maior porque a categoria de supermercados, alimentos e bebidas teve avanço (Foto: Unsplash) " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2026/06/varejo.jpg?fit=790%2C516&quality=70&strip=all" />Aumento foi 3,8 vezes maior que o acumulado do mercado brasileiro até junho de 2026, aponta NielsenIQ The post Marcas próprias avançam 3,8x mais — e não só para quem economiza appeared first on InfoMoney .

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    20 de agosto de 2026 às 09:00
    Marcas próprias avançam 3,8x mais — e não só para quem economiza
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    PMC de abril teve a queda generalizada, que só não foi maior porque a categoria de supermercados, alimentos e bebidas teve avanço (Foto: Unsplash)

    Marcas próprias crescem 3,8 vezes mais que o mercado brasileiro no acumulado até junho de 2026. Com adesão especialmente entre a população de maior renda, itens produzidos por terceiros e vendidos exclusivamente por uma rede varejista ou supermercado estão ganhando espaço no carrinho.

    Os dados do levantamento “PL Connection”, da NielsenIQ, apontam que 58% dos respondentes pretendem comprar mais produtos da categoria. Em 2025, as marcas próprias tiveram uma participação de 1,8% no mercado.

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    O destaque, no entanto, é o ritmo com o qual esse tipo de produto cresce contra as demais marcas dentro da cesta de compras. Entre janeiro e junho deste ano, o volume de vendas de marcas próprias cresceu 10,9% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Para se ter ideia, marcas tradicionais registraram um crescimento de 0,7%.

    Já quando comparado o faturamento do segmento no acumulado, marcas próprias cresceram 11,9% no mesmo período de comparação, contra 5,7% das demais opções disponíveis nas varejistas.

    “Cada vez mais, esse tipo de produto tem brilhado aos olhos do consumidor, por oferecer certa exclusividade e alta qualidade, de forma a conferir a sensação de se comprar algo especializado e único. E isso vale para todos os tipos de produto”, conta o diretor de customer success do varejo na NielsenIQ, Jonathas Rosa.

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    De acordo com Rosa, as marcas próprias se consolidaram para além de um nicho de mercado, sobretudo nas classes A e B. Hoje, elas são consumidas em 3 a cada 10 lares brasileiros, com 65% das vendas concentradas entre as 10 maiores empresas do setor no país.

    O ticket médio por ocasião subiu 9,8%, aponta a NielsenIQ. A frequência de compras para essa categoria aumentou 7,2% durante o período analisado, com predominância na região Sudeste. Segundo o estudo, 56% das famílias compram esses itens em Minas Gerais, Espírito Santo e no interior de São Paulo. Na Grande São Paulo, o número é de 30,5%.

    Autosserviço e farmácias são os canais mais importantes para as marcas próprias. No primeiro caso , onde estão incluídos os supermercados de grandes redes e hipermercados, as marcas próprias representam 50,1% em valor, acima dos 40,5% da cesta geral. Já na categoria de farmácias, marcas próprias representaram 27,2% em valor de vendas, mais do que os 16,8% no cálculo total.

    Com exceção de commodities, marcas próprias cresceram em todas as categorias de produtos. O destaque são as bebidas, cujo crescimento foi de 41,2% em volume e 20,9% em valor no período analisado pela pesquisa, na comparação com o ano passado. O segundo maior destaque é Bazar, com alta de 17,7% em volume e 28,6% em valor.

    Consumidores parecem preferir marcas próprias não associadas ao próprio varejista que vende o produto. 18,5% daquelas que não estampam o nome da empresa anotam crescimento, enquanto as que têm o nome da varejista reduzem vendas em 4,9%.

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    Publicado originalmente por InfoMoney. Leia a matéria completa em https://www.infomoney.com.br/business/marcas-proprias-avancam-38x-mais-e-nao-so-para-quem-economiza/.

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