Marcão analisa classificação do Fluminense na Libertadores e se diz à disposição: "Até quando precisar"
O técnico Marcão analisou a classificação do Fluminense contra o Independiente Rivadavia nas oitavas de final da Conmebol Libertadores. Após empate em 1 a 1 no tempo regulamentar, a equipe tricolor conquistou vitória nos pênaltis. + Fábio defende duas batidas, Fluminense supera o Rivadavia nos pênaltis e vai às quartas da Libertadores + Atuações do Fluminense: Fábio é o melhor da classificação na Libertadores; dê suas notas Diante da dúvida sobre a chegada de um novo treinador, o principal questionamento durante a coletiva foi sobre a permanência de Marcão no comando do Fluminense. O técnico d
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O técnico Marcão analisou a classificação do Fluminense contra o Independiente Rivadavia nas oitavas de final da Conmebol Libertadores. Após empate em 1 a 1 no tempo regulamentar, a equipe tricolor conquistou vitória nos pênaltis.
+ Fábio defende duas batidas, Fluminense supera o Rivadavia nos pênaltis e vai às quartas da Libertadores + Atuações do Fluminense: Fábio é o melhor da classificação na Libertadores; dê suas notas
Diante da dúvida sobre a chegada de um novo treinador, o principal questionamento durante a coletiva foi sobre a permanência de Marcão no comando do Fluminense. O técnico desconversou sobre o desejo de se tornar treinador "de vez", mas se colocou à disposição da diretoria para a sequência da temporada.
Marcão em coletiva do Fluminense na Libertadores — Foto: Jéssica Maldonado - ge
— Eu realmente estou muito feliz. Vou ser sincero, no último pênalti eu nem vi. Só pedi ajuda ao "papai" (risos). Estou muito tranquilo. Sou funcionário do clube. Foi um desafio. Pessoalmente, estou muito feliz. Mas é o que eu sempre falo: não é quem está sentado aqui. Pode ser o Marcão, o Guardiola... é o que eles respondem lá dentro. Quando eles estão assim, a gente vê no fim do jogo. Quando existe essa conexão, essa sinergia entre torcedor e jogador, dificilmente a gente perde. A gente só dá o caminho. Até quando? Até quando o clube precisar. Se precisar por mais um jogo fica, se precisar de outro jogo a gente fica.
Durante o jogo, o Fluminense não conseguiu incomodar o Rivadavia, principalmente na primeira etapa. Com a defesa adversária bem postada a equipe sofreu para criar alternativas e viu Canobbio ser expulso antes da parada técnica da segunda etapa. O técnico explicou as mexidas na equipe e a estratégia do Flu a partir do momento delicado no jogo.
— A ideia era tentar tirar um pouquinho essa transição do Rivadavia, uma equipe muito direto, ataca muito, com bolas aéreas muito fortes. Treinamos muito isso para tentar evitar. Defensivamente, nos portamos bem. Mesmo depois que perdemos um jogador, tentamos equilibrar, trouxemos o Serna para fazer uma linha de cinco para ter a opção de contra-atacar. E foi isso que aconteceu. Na hora que a gente trocou ele de lado, ele teve a oportunidade, foi feliz e fez o gol. O jogo era essa, jogo grande, decidido nos detalhes.
Marcão e comissão técnica em jogo da Libertadores — Foto: Marcelo Gonçalves - Fluminense FC
Veja outras respostas de Marcão na coletiva
— Estou muito feliz. É um momento único pessoal. Você quando trabalha no Fluminense, nesta grande equipe, você precisa estar esperando que isso uma hora ou outra aconteça e você precisa responder à altura. Me concentrei no meu trabalho. Pegamos dois adversários grandes em sequência. Não tivemos tempo de pensar em muita coisa. Trabalhamos, trabalhamos e fomos premiados com duas grandes partidas. Eles entregaram tudo. Isso premiou o conjunto.
— Na verdade, quando a gente assume a equipe, eu gosto de trabalhar a equipe por fases, por setores. Até por conta dessa situação, se perder um jogador em algum momentos, podemos ter a possibilidade de uma linha mais baixa, com uma linha de cinco. Naquele momento, a gente não conseguiria fazer isso com o Paulo e com o Hulk. Já tinha conversado com o Paulo antes do jogo, que ele teria um limite de tempo. A gente aproveitou a situação de jogo e colocou. A gente tinha que marcar forte lá atrás e ter essa transição, que foi o que aconteceu com o Serna. Mesmo com um jogador a menos, conseguimos nos manter equilibrados, organizados. Depois colocamos o Millán porque eles arriscaram tudo, colocaram mais homens por dentro, então conseguimos anular bem com esse tripé de zagueiros. A gente tem que estar preparado para esses jogos difíceis, que são resolvidos nos detalhes. Como falei, a gente tem um estafe muito bom, estamos ligados, passamos o dia todo analisando o Rivadavia, como foi o jogo passado. E trabalho, trabalho, trabalho. Não dava para pensar em outra coisa. O bom disso tudo é sentir que, no momento que precisou, a gente estava consciente da mexida que ia fazer. Estávamos bem seguros.
Sobre o pênalti marcado para o Rivadavia
— Ainda tenho que ver o lance da penalidade deles, me falaram que pegou no corpo antes de pegar na mão, mas tenho que ver com calma, não deu tempo. No geral, era um grande jogo, jogo de Libertadores. Era mostrar a identidade do nosso time, lutar por todas as bolas, isso foi mostrado. Eles foram premiados com essa grande classificação para a próxima fase.
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Publicado originalmente por GE Esportes. Leia a matéria completa em https://ge.globo.com/futebol/times/fluminense/noticia/2026/08/18/marcao-analisa-classificacao-do-fluminense-na-libertadores.ghtml.
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