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    Marabraz entra com pedido de recuperação judicial para renegociar dívida de R$ 140 milhões

    Loja Marabraz na rua Chiquinha de Mattos em Taubaté Reprodução/ Street View A rede de móveis e eletrodomésticos Marabraz protocolou pedido de recuperação judicial na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo. A empresa busca reorganizar suas finanças e renegociar cerca de R$ 140 milhões em dívidas, segundo confirmação da companhia ao g1. O pedido envolve cinco empresas do grupo: Comercial de Móveis Jordanésia; S.V.C. Jaraguá Comercial; Comercial Móveis das Nações; Comercial Zena Móveis; Monta Móveis Prestadora de Serviços. A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legi

    G1
    17 de agosto de 2026 às 14:35
    Marabraz entra com pedido de recuperação judicial para renegociar dívida de R$ 140 milhões
    Foto: G1

    Loja Marabraz na rua Chiquinha de Mattos em Taubaté — Foto: Reprodução/ Street View

    A rede de móveis e eletrodomésticos Marabraz protocolou pedido de recuperação judicial na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo.

    A empresa busca reorganizar suas finanças e renegociar cerca de R$ 140 milhões em dívidas, segundo confirmação da companhia ao g1 .

    O pedido envolve cinco empresas do grupo:

    Comercial de Móveis Jordanésia; S.V.C. Jaraguá Comercial; Comercial Móveis das Nações; Comercial Zena Móveis; Monta Móveis Prestadora de Serviços.

    A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite que empresas em dificuldades financeiras renegociem suas dívidas sob supervisão da Justiça, com o objetivo de evitar a falência e manter as atividades em funcionamento.

    Em nota enviada ao g1, a Marabraz afirmou que a decisão foi motivada pela combinação de fatores que afetaram a empresa nos últimos anos.

    "Diante dos desafios enfrentados pelo setor varejista e com objetivo de preservar a continuidade de suas atividades, a Marabraz ajuizou pedido de recuperação judicial. A medida representa uma decisão responsável para promover a reestruturação da operação, organizar compromissos e criar condições para a continuidade dos negócios", afirmou.

    Segundo a assessoria da companhia, os principais fatores que levaram ao pedido foram o atual cenário desafiador do varejo brasileiro, a ruptura na estrutura familiar que dava suporte às operações do grupo e a dificuldade de acesso ao crédito.

    A empresa informou que as lojas continuarão funcionando normalmente durante o processo de recuperação judicial.

    "A empresa permanece em operação, com lojas abertas, e reafirma seu compromisso com a transparência e com o cumprimento das etapas previstas na legislação", disse a companhia.

    "O processo terá como prioridades a preservação de empregos e a manutenção das relações construídas ao longo de sua história com clientes, fornecedores e parceiros."

    Fundada por uma família de origem libanesa que iniciou suas atividades comerciais na década de 1950, a Marabraz tornou-se uma das principais redes de móveis e eletrodomésticos do estado de São Paulo.

    No comunicado, a empresa afirmou que pretende utilizar a recuperação judicial para reorganizar sua estrutura financeira e criar condições para retomar o crescimento.

    "A Marabraz está empenhada em atravessar este período com responsabilidade para preservar sua operação e se fortalecer para um novo ciclo de crescimento, reforçando o valor de sua marca para honrar o legado construído com ética, respeito e confiança", concluiu a companhia.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/08/17/marabraz-recuperacao-judicial.ghtml.

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