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    Mana Poke: variedade, frescor e liberdade para montar o seu próprio poke em Maceió

    Opa, pessoal!!Hoje quero levar vocês para conhecer um lugar que já entrou para a nossa rotina. Eu e Ísis temos gostado bastante de frequentar, principalmente porque encontramos por lá uma variedade de ingredientes que, sinceramente, ainda não tinha visto reunida dessa maneira em outros lugares de Maceió. Sejam bem-vindos e bem-vindas ao Mana Poke!A proposta aqui é bem interessante: você monta o seu próprio poke no sistema de self-service, escolhendo a base, as proteínas, os acompanhamentos e os complementos que mais combinam com o seu gosto. E é justamente essa liberdade que faz com que cada v

    Gazeta de Alagoas
    19 de agosto de 2026 às 12:21
    Mana Poke: variedade, frescor e liberdade para montar o seu próprio poke em Maceió
    Foto: Gazeta de Alagoas

    Hoje quero levar vocês para conhecer um lugar que já entrou para a nossa rotina. Eu e Ísis temos gostado bastante de frequentar, principalmente porque encontramos por lá uma variedade de ingredientes que, sinceramente, ainda não tinha visto reunida dessa maneira em outros lugares de Maceió. Sejam bem-vindos e bem-vindas ao Mana Poke!

    A proposta aqui é bem interessante: você monta o seu próprio poke no sistema de self-service, escolhendo a base, as proteínas, os acompanhamentos e os complementos que mais combinam com o seu gosto. E é justamente essa liberdade que faz com que cada visita possa resultar em um prato completamente diferente.

    Para mim, uma das coisas que mais chama atenção no Mana Poke é justamente a quantidade de opções disponíveis. Tem muita coisa para escolher e alguns ingredientes que considero diferenciais importantes em relação ao que normalmente encontramos em outros lugares especializados nesse tipo de comida.

    Pokes do Mana Poke. Serginho Jucá
    Pokes do Mana Poke. Serginho Jucá — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas

    Eu montei o meu com atum e salmão, duas proteínas que gosto muito e que, principalmente no caso do atum, nem sempre encontro disponíveis em outros pokes de Maceió. Ísis escolheu salmão e camarão, e como nós geralmente gostamos de coisas parecidas, acabamos fazendo bowls bem próximos.

    Escolhemos arroz de sushi, abacate, edamame, castanha de caju caramelizada e cebola crispy. E aqui preciso falar de alguns desses ingredientes porque são justamente eles que deixam a experiência muito interessante.

    O edamame, para quem ainda não conhece, é aquela vagem verdinha da soja, que lembra visualmente um feijão verde. Tem uma textura muito gostosa e um sabor delicado, que combina muito bem com os peixes e com o arroz.

    Poke de Atum e Salmão. Serginho Jucá
    Poke de Atum e Salmão. Serginho Jucá — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas

    A castanha de caju caramelizada foi outro dos meus favoritos. Ela traz um contraste maravilhoso para o bowl. Você tem a delicadeza do peixe, a cremosidade do abacate e, de repente, encontra aquela crocância e o toque adocicado da castanha. É um ingrediente que muda completamente a textura de uma garfada para outra.

    Também gostei muito da alga nori picadinha e da cebola crispy. São pequenos complementos, mas fazem diferença. A nori acrescenta aquele sabor marinho característico e a cebola traz crocância e um sabor mais tostado.

    E uma coisa que achei muito boa é que os molhos são servidos separadamente, em uma jarrinha. Parece um detalhe, mas para mim faz bastante diferença. Em vez de o molho já chegar misturado ao poke e interferir desde o primeiro momento em todos os ingredientes, você pode colocar a quantidade que quiser e ir ajustando o sabor conforme come.

    Poke de Salmão e Camarão. Serginho Jucá
    Poke de Salmão e Camarão. Serginho Jucá — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas

    Isso também preserva melhor as texturas. O poke chega com seus ingredientes mais frescos e crocantes, e você decide quanto molho quer acrescentar em cada garfada.

    Para quem ainda não conhece, o poke é um prato associado à culinária do Havaí, tradicionalmente preparado com peixe cru cortado em pedaços e acompanhado de ingredientes como cebola, algas, frutas e outros complementos. Com o tempo, o prato ganhou inúmeras interpretações pelo mundo, incorporando ingredientes de diferentes culturas e se tornando essa experiência personalizável que encontramos hoje.

    E talvez seja justamente isso que eu mais gosto no poke: ele consegue ser uma refeição leve, fresca e saborosa. Dependendo das escolhas, você consegue construir combinações com diferentes temperaturas, texturas, sabores salgados, doces, crocantes e frescos em um mesmo bowl.

    Edamame. Serginho Jucá
    Edamame. Serginho Jucá — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas

    No Mana Poke, essa possibilidade fica ainda maior pela quantidade de ingredientes disponíveis. Dá para ir com uma proposta mais tradicional ou experimentar combinações completamente diferentes.

    E como eu disse no começo, isso acabou entrando um pouco na nossa rotina. Ísis adora poke e nós temos nos habituado a frequentar bastante o Mana Poke. É aquele tipo de lugar que você consegue visitar várias vezes sem necessariamente comer a mesma coisa, porque basta mudar alguns ingredientes para ter uma experiência diferente.

    Eu gostei muito da proposta, da variedade e principalmente da liberdade de montar o prato exatamente do jeito que você gosta. Para quem procura uma refeição leve, saborosa e com bastante possibilidade de escolha, acho que vale muito a pena conhecer.

    Molhos separados. Serginho Jucá
    Molhos separados. Serginho Jucá — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas

    O Mana Poke fica na Avenida Doutor José Sampaio Luz, 1065, na Ponta Verde, em Maceió.

    Funciona todos os dias, das 11h às 22h30.

    Para conhecer mais e acompanhar o restaurante, você pode encontrá-los no Instagram através do @manapoke.maceio

    Ísis ama o Mana Poke. Serginho Jucá
    Ísis ama o Mana Poke. Serginho Jucá — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas
    Cardápio. Serginho Jucá
    Cardápio. Serginho Jucá — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas
    Ambiente Mana Poke. Serginho Jucá
    Ambiente Mana Poke. Serginho Jucá — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas
    Pokes do Mana Poke. Serginho Jucá
    Pokes do Mana Poke. Serginho Jucá — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas
    Poke de Atum e Salmão. Serginho Jucá
    Poke de Atum e Salmão. Serginho Jucá — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas
    Poke de Salmão e Camarão. Serginho Jucá
    Poke de Salmão e Camarão. Serginho Jucá — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas
    Edamame. Serginho Jucá
    Edamame. Serginho Jucá — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas
    Molhos separados. Serginho Jucá
    Molhos separados. Serginho Jucá — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas
    Ísis ama o Mana Poke. Serginho Jucá
    Ísis ama o Mana Poke. Serginho Jucá — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas
    Cardápio. Serginho Jucá
    Cardápio. Serginho Jucá — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas
    Ambiente Mana Poke. Serginho Jucá
    Ambiente Mana Poke. Serginho Jucá — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas

    Publicado originalmente por Gazeta de Alagoas. Leia a matéria completa em https://www.gazetaweb.com/blogs/cozinhando-com-serginho-juca/mana-poke-variedade-frescor-e-liberdade-para-montar-o-seu-proprio-poke-em-maceio-930280.

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    Pokes do Mana Poke. Serginho Jucá — Foto: Gazeta de Alagoas

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