Major morto a tiros no Amapá já foi frentista, garçom e deixa 5 filhos: ‘vida do meu irmão não vai voltar’
Ato foi marcado por pedidos de justiça Mariana Ferreira/g1 A trajetória do major Anderson Leite Rodrigues Fernandes, de 38 anos, morto a tiros durante uma confusão com quatro policiais penais em um bar na Zona Sul de Macapá neste domingo (27), foi marcada por diferentes caminhos antes de se consolidar na vida militar. Lotado no 1º Batalhão da PM, Anderson havia sido transferido em agosto do 12º BPM, onde construiu parte de sua carreira. Ele Ingressou na corporação em 2011 e acumulava 15 anos de serviço. Antes disso, trabalhou como frentista e garçom, mas viu na farda uma oportunidade de transf
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/B/p/wZ1EsFRXOuV6YyVu4URA/design-sem-nome-21-.jpg)
Lotado no 1º Batalhão da PM, Anderson havia sido transferido em agosto do 12º BPM, onde construiu parte de sua carreira. Ele Ingressou na corporação em 2011 e acumulava 15 anos de serviço. Antes disso, trabalhou como frentista e garçom, mas viu na farda uma oportunidade de transformar a realidade da família. O PM deixou cinco filhos.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/2026/09/28/major-morto-a-tiros-no-amapa-ja-foi-frentista-garcom-e-deixa-5-filhos-vida-do-meu-irmao-nao-vai-voltar.ghtml.
Compartilhe
Espalhe essa notícia

