Maior doador da eleição financiou 13 candidatos que se elegeram; 14 foram derrotados
Plenário da Câmara dos Deputados Bruno Spada / Câmara dos Deputados A pessoa física com o maior volume de doações feitas a campanhas eleitorais até agora é Rubens Ometto Silveira Mello, presidente do conselho de administração da Cosan, holding brasileira de investimentos em negócios e infraestrutura. Com o resultado do primeiro turno, Mello financiou a candidatura de 13 nomes eleitos em assembleias legislativas e na Câmara dos Deputados. Ao todo, o empresário enviou R$ 6,6 milhões a 38 destinatários diferentes. Levantamento feito pelo g1 mostra que os beneficiários estão divididos entre: Não e
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Levi Oliveira, candidato a deputado federal pelo PP em Sergipe. Não foi eleito. Recebeu 3,09% dos votos. Recebeu R$ 500 mil. Marcel Rangel Cruz de Oliveira, candidato a deputado federal pelo PSD no Paraná. Não foi eleito. Recebeu 1% dos votos. Recebeu R$ 300 mil. Antonio Carlos Rodrigues, candidato a deputado federal pelo Podemos em São Paulo. Não foi eleito. Recebeu 0,28% dos votos. Recebeu R$ 200 mil. Mateus Simões, candidato a governador de Minas Gerais pelo PSD. Não foi eleito. Recebeu 4,65% dos votos. Recebeu R$ 150 mil. José Dirceu, candidato a deputado federal pelo PT em São Paulo. Não foi eleito. Recebeu 0,33% dos votos válidos. Recebeu R$ 100 mil. Jéssica Riva, candidata a deputada estadual pelo MDB em Mato Grosso. Não foi eleita. Recebeu 1,35% dos votos válidos. Recebeu R$ 100 mil. Hugo Leal, candidato a deputado federal pelo PSD no Rio de Janeiro. Não foi eleito. Recebeu 0,65% dos votos. Recebeu R$ 100 mil. Onyx Lorenzoni, candidato a deputado federal pelo PP no Rio Grande do Sul. Não foi eleito. Recebeu 0,67% dos votos válidos. Recebeu R$ 100 mil. Marco Vinholi, candidato a deputado federal pelo Republicanos em São Paulo. Não foi eleito. Recebeu 0,34% dos votos válidos. Recebeu R$ 100 mil. Thiago Virgílio, candidato a deputado estadual pelo Republicanos no Rio de Janeiro. Não foi eleito. Recebeu 0,28% dos votos. Recebeu R$ 100 mil. Alex Lacerda, candidato a deputado federal pelo PSB em São Paulo. Não foi eleito. Recebeu 0,04% dos votos válidos. Recebeu R$ 50 mil. George Hato, candidato a deputado estadual pelo MDB em São Paulo. Não foi eleito. Recebeu 0,25% dos votos válidos. Recebeu R$ 50 mil. Rodini, candidato a deputado estadual pelo Novo em São Paulo. Não foi eleito. Recebeu 0,07% dos votos válidos. Recebeu R$ 50 mil. Luiz Dalben, candidato a deputado federal pelo PSD em São Paulo. Não foi eleito. Recebeu 0,06% dos votos válidos. Recebeu R$ 50 mil.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/politica/eleicoes/2026/noticia/2026/10/08/maior-doador-da-eleicao-eleitos-e-nao-eleitos.ghtml.
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