Lula deve reforçar agenda social e tentar tirar foco da crise no STF na reta final do 1º turno; Flávio mira Sudeste e aposta no voto útil
Presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro Ricardo Stuckert/Presidência da República; Vittor Sales Na reta final do 1º turno, as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) traçam estratégias para as duas últimas semanas antes da votação em 4 de outubro. O presidente deve reforçar a agenda social e econômica e tentar tirar o foco da crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF). O senador, por sua vez, mira ampliar sua votação no Sudeste, reduzir a vantagem do petista no Nordeste e apostar no discurso do voto útil. Diante do avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisa
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Presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro — Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República; Vittor Sales
Na reta final do 1º turno, as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) traçam estratégias para as duas últimas semanas antes da votação em 4 de outubro. O presidente deve reforçar a agenda social e econômica e tentar tirar o foco da crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF). O senador, por sua vez, mira ampliar sua votação no Sudeste, reduzir a vantagem do petista no Nordeste e apostar no discurso do voto útil.
Diante do avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisas, a campanha de Lula pretende dar mais espaço a temas considerados prioritários pela população, como economia, preço dos alimentos, saúde e segurança.

Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21) mostra que, no cenário estimulado de primeiro turno, Lula tem 37% das intenções de voto e Flávio, 33%. Apesar da vantagem numérica do petista, os dois estão em empate técnico no limite da margem de erro. Em relação ao levantamento anterior, Lula e Flávio oscilaram para cima: um e dois pontos, respectivamente.
Em um eventual segundo turno, os dois também aparecem tecnicamente empatados: Flávio tem 42%, e Lula, 41%.
A estratégia da campanha petista é também deslocar o foco da crise envolvendo o STF, que dominou o noticiário político na semana passada. Integrantes da equipe de Lula avaliam que o episódio provocou desgaste eleitoral e havia o temor de que tivesse impacto nas intenções de voto.
Em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, na semana passada, o presidente nacional do PT e coordenador da campanha de Lula, Edinho Silva, afirmou que o petista sofreu "desgaste eleitoral" com o episódio .
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/politica/eleicoes/2026/noticia/2026/09/22/lula-flavio-estrategias-reta-final-campanha.ghtml.

É inegável que a crise no STF desgastou nossa campanha, diz presidente do PT — Foto: G1
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