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    Lula ainda busca votos até na CCJ para tentar aprovar fim da 6×1 esta semana

    Lula e Davi Alcolumbre (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr) O governo Lula (PT) não tem maioria para aprovar na Comissão de Constituição e Justiça do Senado o texto que prevê o fim da escala 6 por 1. Temendo o fiasco, Lula, que tenta se reeleger, se reaproximou do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), atual articulador do Palácio. O petista se mexeu após reclamações sobre o fiasco da escolha de Teresa Leitão (PT-PE) para o cargo de Líder do Governo no Senado. Ele não conseguiu nem mesmo marcar um almoço ou jantar de recondiciliação do petista com Alcolumbre, tampouco consegue conso

    Gazeta de Alagoas
    30 de agosto de 2026 às 21:01
    Lula ainda busca votos até na CCJ para tentar aprovar fim da 6×1 esta semana
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    O governo Lula (PT) não tem maioria para aprovar na Comissão de Constituição e Justiça do Senado o texto que prevê o fim da escala 6 por 1. Temendo o fiasco, Lula, que tenta se reeleger, se reaproximou do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), atual articulador do Palácio. O petista se mexeu após reclamações sobre o fiasco da escolha de Teresa Leitão (PT-PE) para o cargo de Líder do Governo no Senado. Ele não conseguiu nem mesmo marcar um almoço ou jantar de recondiciliação do petista com Alcolumbre, tampouco consegue consolidar votos no plenário. O ministro do STF Alexandre de Moraes é quem fez as vezes de “líder do governo”, reunindo Lula e Alcoumbre em sua casa, até que se reconciliaram.

    Sobra insatisfação no Planalto. Aliados dizem que não tiveram qualquer orientação sobre a tramitação do texto, portanto, enfiaram emendas.

    A sonolenta articulação de Lula não evitou as mais de 20 emendas aliadas, todas foram rejeitadas pelo relator Omar Aziz (PSD-AM).

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    A coluna ouviu de senadores que dão votos ao governo, como do Republicanos, PSD e PP, que nem mesmo foram procurados.

    Enquanto o governo segue atabalhoado, a oposição monta a trincheira da obstrução, com pedidos de vista, emendas e até falta de quórum.

    Pelo menos 15 empresas multinacionais deixaram o Brasil, venderam operações ou abandonaram seus segmentos no país desde 2023, início do terceiro governo Lula (PT). Este ano, o exemplo mais recente é da gigante dos alimentos General Mills, que vendeu Yoki e Kitano à 3Corações por R$800 milhões, após comprar a Yoki por quase US$1 bilhão em 2012, e retirou a marca de sorvetes Häagen-Dazs do País.

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    As marcas de desistiram do Brasil estavam em vários diferentes setores; varejo, alimentos, tecnologia, finanças, cosméticos e automóveis.

    Após menos de uma década se aventurando no mercado brasileiros, a americana Hormel vendeu a marca de presuntos e embutidos Ceratti.

    Estão na lista a rede de mercados Dia, o Makro, o banco N26, os carros Subaru, além de Tribal, Addi, Justo, Frubana, Taranis e The Body Shop.

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    A oposição está perto de conseguir as assinaturas para criar a CPMI do Lulinha. Carlos Viana (PSD-MG) afirma que já há apoio de oito partidos na Câmara e cinco no Senado, mas o número exato será revelado em coletiva nos próximos dias. Precisa de 171 deputados e 27 senadores.

    Especialistas já alertam para um problema na PEC do fim da jornada 6x1: tratamento diferenciado de “hipersuficientes”, pessoas que ganham mais de 2,5 vezes o teto do INSS, deve ser questionado... no STF.

    O perfil oficial da Rússia em português fez questão de registrar a conversa entre o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergey Lavrov, e o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira.

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    Sergio Moro (PL-PR) descreveu Lula como “transtornado, rancoroso e mentiroso” na TV, onde “usou da velha tática de atacar o combate à corrupção”. Para o senador, “chega de Lula e PT... o Brasil não aguenta”.

    Até agora, são cinco os estados que vão receber tropas federais para segurança, durante as eleições deste ano: Acre, Ceará, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins. A medida já foi autorizada pelo TSE.

    Com pouco mais de um mês até a eleição, o Congresso tem apenas mais um esforço concentrado antes do dia da votação, a ser realizado semana que vem. É a última chance para emplacar projetos eleitoreiros.

    Criticado pelo bem-bom nos Estados Unidos durante a Copa do Mundo enquanto ganhava o generoso salário de senador, Romário (PL-RJ) resolveu devolver o valor líquido do que recebeu: R$29 mil.

    A Justiça Eleitoral mandou de volta às redes o vídeo que chama Ciro Gomes de “candidato de Flávio Bolsonaro no Ceará”. Ciro havia conseguido tirar a publicação do ar, alegando fake news, mas o TRE-CE voltou atrás. Um detalhe: o PL integra formalmente a coligação no Ceará.

    Publicado originalmente por Gazeta de Alagoas. Leia a matéria completa em https://www.gazetaweb.com/blogs/claudiohumberto/lula-ainda-busca-votos-ate-na-ccj-para-tentar-aprovar-fim-da-61-esta-semana-932651.

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