Lives vão de agressão a mutilação: chegamos ao sushi erótico do digital?
Durante décadas, a televisão brasileira foi guiada pela lógica do "tudo pela audiência". Para conquistar os famigerados pontos de Ibope, apelava-se para toda sorte de aberração. Programas de variedades constrangiam populares nas ruas, faziam pegadinhas de gosto duvidoso com idosos, expunham calouros ao ridículo, submetiam mulheres a situações vexatórias em nome da sensualidade. Leia mais (09/08/2026 - 12h03)

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Durante décadas, a televisão brasileira foi guiada pela lógica do "tudo pela audiência". Para conquistar os famigerados pontos de Ibope, apelava-se para toda sorte de aberração. Programas de variedades constrangiam populares nas ruas, faziam pegadinhas de gosto duvidoso com idosos, expunham calouros ao ridículo, submetiam mulheres a situações vexatórias em nome da sensualidade.

Rosana Hermann é jornalista, roteirista de TV desde 1983 e produtora de conteúdo
Publicado originalmente por Folha de S.Paulo. Leia a matéria completa em https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/rosana-hermann/2026/09/lives-vao-de-agressao-a-mutilacao-chegamos-ao-sushi-erotico-do-digital.shtml.

Imagem do vídeo de streamer GH Rell RJ ridicularizando o ator João Victor Gonçalves na entrada do Rock in Rio - Reprodução · Reprodução — Foto: Folha de S.Paulo
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