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    Líder indígena que teve candidatura barrada pelo PSB acusa partido de violência de gênero

    A Executiva Nacional do PSB decidiu barrar as candidaturas majoritárias em Rondônia após fechar uma aliança com o PT no estado. Leia mais (08/18/2026 - 17h00)

    Folha de S.Paulo
    18 de agosto de 2026 às 20:00
    Líder indígena que teve candidatura barrada pelo PSB acusa partido de violência de gênero
    A imagem mostra uma mulher com cabelo longo e preto, usando uma blusa vermelha. Ela está sorrindo e usa um colar com contas. O fundo é branco, criando um contraste com a roupa dela. — Foto: Folha de S.Paulo

    Editado por Fábio Zanini, espaço traz notícias e bastidores da política. Com Carlos Petrocilo e Gabriela Echenique

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    A ativista Neidinha Suruí, em coquetel em homenagem a sua filha Txai - Ronny Santos - 23.jun.25/Folhapress · Ronny Santos - 23.jun.25/Folhapress
    A ativista Neidinha Suruí, em coquetel em homenagem a sua filha Txai - Ronny Santos - 23.jun.25/Folhapress · Ronny Santos - 23.jun.25/Folhapress — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

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    A Executiva Nacional do PSB decidiu barrar as candidaturas majoritárias em Rondônia após fechar uma aliança com o PT no estado.

    Entre as vetadas está a líder indígena e ativista Neidinha Suruí, que disputaria o Senado.

    Txai Suruí discursa em protesto na COP28; veja fotos de hoje
    Txai Suruí discursa em protesto na COP28; veja fotos de hoje — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    Ao Painel, Neidinha, que é mãe da também ativista Txai Surí, colunista da Folha, disse que nunca foi procurada pelo presidente da legenda, João Campos , e acusa a direção nacional de violência de gênero.

    "As mulheres sofrem violência política diariamente, mas ficam caladas e, por isso, nada muda. Eu não ficarei calada", disse.

    A decisão do partido foi tomada no último dia 13. No documento, o PSB determina a dissolução do diretório estadual do partido e anula a convenção feita no dia 20 de julho que lançou Neidinha ao Senado e Samuel Costa ao governo do estado.

    Imagem da matéria
    Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    A indigenista diz que foi barrada porque não quis apoiar o candidato do PT ao governo do estado, Expedito Netto. Quando deputado federal, Netto votou a favor do impeachment de Dilma Rousseff (PT).

    "Não subo no palanque dele. Já apoiou vários projetos contra o meio ambiente e não irei contra o que defendo. Eles fazem uma pataquada sem sentido", afirmou ao Painel.

    O PSB alega que os órgãos estaduais estavam obrigados a submeter as candidaturas previamente à direção nacional e que a legenda já tinha decidido se coligar com o PT no estado . O documento acusa o diretório de "afronta às diretrizes do partido".

    Ilustração da fachada da Folha, na Barão de Limeira 425
    Ilustração da fachada da Folha, na Barão de Limeira 425 — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    Mas integrantes do diretório destituído afirmam que a obrigação era apenas em caso de coligação, o que não aconteceu. Além disso, dizem que nunca foram comunicados sobre qualquer tipo de ação e foram pegos de surpresa com a intervenção decretada neste mês.

    O PSB decidiu indicar Rosângela Cipriano ao Senado na chapa coligada com o PT, que já tem dois nomes: Luciana Oliveira (PT) e Aires Mota (PV). O nome dela, no entanto, ainda não foi registrado no TSE.

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    Publicado originalmente por Folha de S.Paulo. Leia a matéria completa em https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2026/08/lider-indigena-que-teve-candidatura-barrada-pelo-psb-acusa-partido-de-violencia-de-genero.shtml.

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    A ativista Neidinha Suruí, em coquetel em homenagem a sua filha Txai - Ronny Santos - 23.jun.25/Folhapress · Ronny Santos - 23.jun.25/Folhapress — Foto: Folha de S.Paulo

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